"Eis que Elé a minha salvação; n'Ele confiarei, e não temerei, porque o Yáh Adonai é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação. E vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação. A salvação vem de Adonai; sobre o teu povo seja a tua bênção. (Selá.). Adonai dos Exércitos está conosco; o Elohëi de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.). Adonai dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança. Adonai salva-nos; ouça-nos ó nosso Rei quando clamarmos. E para os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra e para nós também haverá. O cálice da salvação erguerei, e invocarei o nome (יְהוָה) de Adonai".
Certa vez Vital disse: "- Eu e o Ari somos um!" - Em Sha'ar Ha'Guilgulim - Ha'Qadmá 10, o Arizal, pelos lábios de Chaim Vital, revelou:
Depois que este mistério escondido no Hino da Salvação me foi revelado em maio de 2016, eu busquei percepção de tudo o que estaria ali escondido e, se o aluno está codificado em Isaías 12 desde o tempo do profeta, o mestre também está:
)" está criptografado e acima de "Ha'Ari" aparece "Qadosh". O Arizal também é conhecido por "Ha'Ari Ha'Qadosh".
Por que este segredo tão profundo me foi revelado apenas no ano de 2016, no luach hebreu 5776? E por que apenas para mim? A Resposta à primeira pergunta está nos versos do Profeta Isaías e no próprio Hino da Salvação.
Quanto à segundo pergunta, por que apenas para mim? Acordei hoje (12 de fevereiro), um dia depois de começar a escrever este artigo e recitei as primeiras brachot (bênçãos) ainda na cama. Me levantei, fiz o netilat yadaim (ablução das mãos), realizei a minha higiene pessoal e vim para o quarto e recitei o meu shacharit (preces matinais). Me sentei na cama e como costumo fazer uma ou duas vezes na semana, fiz o teste de glicose usando um glicosímetro (não, eu não tenho diabetes) e o resultado foi 123 mg/dl (miligramas por decilitros). O valor 123 é a gematria hebraica de Hayim Vital(חיים ויטל) e do meu nome civil que é Paulo (פאולו). Geralmente, a minha glicemia é de 95 a 110 mg/dl, mas hoje foi exatamente 123.
Por que não 122 ou 124? Mas exatamente 123? A Torá diz: "Porque a alma de toda carne está no seu sangue (כִּי-נֶפֶשׁ כָּל-בָּשָׂר, דָּמוֹ בְנַפְשׁוֹ הוּא)" - Vay'krá 17:14. Como a alma está no sangue ela imprime sua assinatura no próprio sangue.
O Portão das Reencarnações ensina que até quatro nafeshot (almas) podem habitar o coração de uma pessoa, mais que este número não é possível, porque quatro são as letras do Sagrado Nome de D'us.
Em dezembro de 2003, fui acometido por uma crise renal no rim esquerdo e tive que ser levado à Santa Casa para fazer exames e ser medicado. O resultado do exame apontou 216.000 plaquetas por mg/dl. Ora, duzentos e dezesseis é a gematria de "Ha'Ari". O Sêfer ha'Yetzirá (Livro da Formação) revela que o rim esquerdo foi criado pela letra hebraica "Tet (ט)" e que também criou Leão no universo.
Gematria 583
Em abril de 1999, três anos após o início do meu despertar, eu estava viajando através da BR 381 visitando algumas cidades do interior de Minas Gerais. Dois anos depois, em 23 de abril de 2001, aluguei a casa número 583 onde nossa Sinagoga Elijah seria estabelecida. A data de 23 de abril é a do ocultamento da alma do rabino Chaim Vital que nasceu em 23 de outubro de 1542.
Contrato de locação da Casa 583 para sede da nossa
K'nesset Eliahu onde as datas de falecimento e nascimento
do mestre Chaim Vital aparecem
Eu havia recebido minha ordenação rabínica e passei a ser chamado de Rav Misha'Ël (רב מישאל) cuja gematria é exatamente 583 e este meu presente agora me foi mostrando com um futuro quando viajava pela BR 381. O valor 381 é a gematria de Misha'Ël e BR se escreve com as letras Resh e Beit (רב
) formando o titulo Rav.
Nossa sinagoga era K'nesset Elijah (כנסת אליהו
) - Sinagoga Eliahu - cuja gematria "Im ha'Kollel" é igual a 583.
Quando o Arizal chegou a Safed, ele foi frequentar a K'nesset Eliahu que havia lá e que, segundo a lenda, foi onde o próprio Eliahu ha'Novi (Profeta Elias) rezou.
Este mesmo valor (583) é a gematria de "Yavô Tzfat (יבא צפת)" cujo significado é "Veio de Safed". No final de 1999, antes destes eventos maravilhosos, eu estava caminhando por uma rua em Suzano, quando tive um sonho lúcido. Eu vi uma Casa (בית) onde havia uma placa com os dizeres "Sinagoga Elijah" e eu nem tinha qualquer intenção de ser um rabino ou ter uma sinagoga.
No dia 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003) exatamente no dia do hilulá (ocultamento) do Arizal, eu fui circuncidado neste vida na casa de número 583.
Reportagem (2004) onde o nome da nossa Sinagoga
"K'nesset Elijah" é mencinado.
Reencarnação Do Ombro Esquerdo
Você leu ali em cima, na citação do Sha'ar Ha'Guilgulim - Introdução 38 - que o Arizal revelou ao Rabino Chaim Vital que ele (sua néfesh) era a reencarnação do ombro esquerdo de Adão. Reencarnação do ombro se diz em hebraico "guilgul katéf (גילגול כתף)" cuja gematria "im ha'kollel" é exatamente igual a 583. Já esquerdo em hebraico é "semolí (שמאלי)" palavra que possui as mesma letras de "Misha'Ël (מישאל)" bastando que se faça uma temurá (permutação) para que o nome seja revelado.
A partir do dia 23 de abril de 2001, assim que aluguei a casa 583 para ser a K'nesset Eliahu, fui acometido de uma dor intermitente no ombro esquerdo e que nunca mais me abandonou. Agora mesmo, enquanto escrevo, todo o ombro esquerdo me dói.
Gematria 123
No final de 2003, motivado pelas centelhas reencarnadas em mim, mudei a sinagoga para a cidade de Mogi das Cruzes, para o número 106. Hoje, nos momentos em que estava meditando sobre este assunto, tive outro sonho lúcido e vi que o número da casa da frente da nossa K'nesset Eliaju era 123. Fui no Google mapas e digitei o enderenço e para minha surpresa a visão se confirmou. Como dito acima, 123 é a gematria de Chaim Vital.
Placa que recebi após uma palestra em uma Loja
Maçônica em São Paulo.
Hoje pela manhã, quando eu fiz o teste de glicose, eu não sabia que iria postar este segredo sobre o qual vinha meditando desde maio de 2016 quando o recebi, mas a alma, que está no sangue, é que sabe os tempos e as épocas nos quais os segredos divinos devem ser revelados.
O Glicosímetro com o valor 123 mg/dl
na manhã de 12 de fevereiro de 2017.
Sinais & Evidencias De Uma Reencarnação
Quando nossa K'nesset se mudou para a casa 583 depois de haver ficar dezesseis meses em uma garagem emprestada, o dia 23 de Abril coincidiu com o dia 30 de Nissan - Hilulá de Rabbi Chaim. O Rabi Chaim faleceu no dia 3 de maio de 1620 que foi, no luach hebreu o dia 30 de Nissa de 5380. Depois, com a mudança do calendário juliano vigente na época para o gregoriano, o dia passou a ser o de 23 de abril. O dia 3 de maio é o 123º dia do ano solar! Acaso?
Print do Jornal Israelense "Ha'Aretz (O País)"
"Neste dia na história judaica: 1620 - O Cabalista Rabbi Chaim Vital
morre".
Em Ezra pereq 2, 21º passuq (versículo), está escrito: "B'ney Beith-lechem:- Méa asserim u'shloshá (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה) - Os filho de Belém:- Cento e vinte e três (123)". Não é novidade para os que já me conhecem há muitos anos que eu nasci no Belenzinho, um bairro da cidade de São Paulo localizado na região adjacente à Paróquia São José do Belém, no distrito do Belém, e que meu nove civil é Paulo cuja gematria é exatamente 123.
Acima, na matrix criptográfica, temos "Ha'Ari no centro em amarelo e Vital em vermelho na diagonal e, ao lado direito de Vital temos o verso "Os filhos de Belém: Cento e vinte e três (Ezra 2:21)".
Rebbe Chaim Vital faleceu no ano 380 do 5º milênio do calendário hebraico. Seu primeiro yahrzeit (memorial) foi no ano 381. Eu fui odernado Rabino da nossa "k'nesset Eliahu 381 anos depois do falecimento do Rabino Chaim e meu nome hebraico, Misha'ël tem a gematria igual a 381.
"A vela yahrzeit, chamada de vela memorial ( hebraico : נר נשמה - ner neshama - significa "vela da alma) é um tipo de vela que é iluminada em memória dos mortos na QABALAH . Este tipo de vela, que queima até 26 horas, também é acesa na véspera de Yom Kippur ou da cerimônia do Dia da Lembrança do Holocausto (Yom Ha'Shoah) para queimar durante toda a ocasião".
Um ano depois, exatamente no dia 23 de abril eu fui realizar uma palestra em uma loja maçônica em São Paulo onde ganhei a placa vista acima na foto. Em março, sentindo toda esta revolução no meu interior, a saudade de Safed queimando a alma, eu fui ao Centro de Estudos da Cabalá, na rua Conselho Brotero para o Shacharit de Shabat e com intenção de me aconselhar, ouvir uma palavra de recepção, boas vindas, sentir o amor de um cabalista, o Rabino Joseph Saltoun, que era o Professor do Centro naqueles dias. As únicas palavras que ouvi do rabino foram "- Faça pelo menos a circuncisão". As pessoas tinham preconceito religioso porque possuíamos uma sinagoga a nos elevamos ao rabinato por reencarnação e não por aceitação de um dogma religioso.
Naquela manhã estava lá, também, um empresário afro-americano, ex-pastor evangélico convertido ao judaísmo, e que era aluno do rabino Saltoun, chamado James Leander Kitchen e que já me era conhecido de ouvidos, pois, sabendo de nossa k'nesset em Suzano, abriu uma loja de artigos judaicos na Praça dos Expedicionários, mas eu não o conhecia fisicamente, pois não o tinha visto ainda. James me caluniava dizendo que eu não era judeu e nem rabino e tentava de todas as formas destruir nosso trabalho espiritual. Ele não me conhecia pessoalmente, nunca havia me visto e, desinformado, se aproximou e começou a me caluniar ali mesmo, me chamando de falso, ladrão e outros apelidos pejorativos. Ao ouvi-lo comentendo lashon ha'rá (maledicência) em plena Shabat, o rabino Saltou o repreendeu, pedindo para que ele se calasse. James saiu da sala e do prédio. Ao sairmos, eu e meus alunos, nós o vimos em seu carro estacionado na rua.
Duas semanas depois, ainda no mês de março, seguindo com sua perseguição a mim e com intenção de me destruir, James publicou, em uma revista que mantinha naqueles dias chamada Shomer Yisrael, uma série de calúnias contra mim, e como os membros da nossa k'nesset Elijah estavam cadastrados em sua loja de artigos judaicos, ele mandou um exemplar da sua revista a cada um dos membros da nossa sinagoga na sexta, um pouco antes da Recepção da Shabat ha'malká.
Alguns minutos antes do ritual ser iniciado por mim, um dos membros chamado Samuel Lopes, trouxe ao meu conhecimento a tal revista. Eu a tomei e li as calúnias contra mim e fiquei muito triste. Quando a sala estava repleta, eu tomei à frente e chorando li as calúnias que James havia praticado contra mim. Lembrei-me da oração do Rei Chizkiáhu de Judá quando foi afrontado por Senaqueribe. Chorei novamente e pedi ao Sagrado, bendito seja Ele, apenas por justiça, pois eu estava me esforçando para fazer o bem.
Alguns dias depois, em 12 de abril de 2002 - 30 de Nissan, no hilulá de Rabi Chaim Vital - James foi dormir com uma amante em um Flat na Aclimação em São Paulo. Na manhá do dia seguinte, ele foi surpreendido por sua esposa e tentando fugir do fragrante adultério, caiu da janela do 5º andar e morreu.
Print do Jornal do dia 14 de Abril
James morreu por cometer lashon ha'ra contra uma centelha sagrada. Ele falece no último dia de leitura da Porção Metzorá (הַמְּצֹרָע) da Torá que adverte sobre as consequência da maledicência:
"Esta será a lei da pessoa afligida com tzara'ath (נֶגַע-הַצָּרַעַת), no dia da sua purificação ... e a pessoa a ser purificada terá dois pássaros vivos e limpos, um pedaço de cedro, uma tira de lã carmesim e hissopo. O kohen (Sacerdote) ordenará, e um matará o um pássaro em um vaso de barro, sobre água de nascente. Ave viva, tomá-la-á, e o pedaço de cedro, a tira de lã e o hissopo, e, juntamente com o pássaro vivo, mergulhá-los-á no sangue da ave abatida , Sobre a água de nascente. Então, aspergirá sete vezes sobre a pessoa que está sendo purificada do tzara'ath, e ele o purificará. Ele então enviará o pássaro vivo para o campo (aberto).
Levítico 14: 2-7
Estes versos descrevem o processo de purificação de uma pessoa afligida com, tzara'ath , lepra. Esta aflição é comumente entendida como sendo causada por falar lashon hara (conversa caluniosa). Uma das razões sugeridas para trazer aves é que os pássaros "tagarela" refletindo sem pensar como a metzora é afetada por falar mal sobre os outros".
Estes foram os eventos e milagres que me aconteceram, para revelar as centelhas sagradas dentro de mim e revelar a sabedoria e o poder do Santo, bendito seja ele.
Ainda hoje eu sou tido com falso judeu, falso cabalista e nenhum destes ditos "grandes cabalistas modernos" jamais quis se aproximar de mim, nunca me procuraram ou me fizeram qualquer convite para participar de algum seminário ou encontro. O preconceito rege suas almas...
"E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe, e disse: Certamente está perante o Senhor o seu ungido. Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração".
Iº Samuel 16:6 e 7
Certa vez, nos conta o Zohar em Parashat Pinchás, um sábio gentio (Grego) lançou um desafio sobre Rabi Eliezer Hircano sobre uma questão da Torah. Cheio de ego e arrogância, o sábio gentio continuou repreendendo Rebe Eliezer, dizendo: "Vovô, vovô, não tente me responder porque eu não vou ouvir qualquer coisa que você disser. E eu não vou aceitar uma resposta de você." Rebe Eliezer ficou em silêncio por um momento, então ele levantou os olhos e olhou para ele e reduziu-o a uma pilha de ossos - basicamente, ele o vaporizou.
"Ai do homem, diz Shimeon bar Yohai, que afirma que esta Torá pretende se relacionar unicamente com coisas banais e narrativas seculares, pois, se assim fosse, então, nos tempos atuais também a Torá poderia ser escrita com narrativas mais atrativas. Na verdade, porém, a questão é assim: O mundo superior e inferior são estabelecidos sobre um e o mesmo princípio; no mundo inferior é Israel (consciência) , no mundo superior são os anjos. Quando os anjos desejam descer ao mundo inferior, eles têm que vestir roupas terrenas. Se isto é verdade para os anjos, quanto mais para a Torá, por quem, de fato, o mundo e os anjos foram criados iguais e existem. Todo o mundo poderia simplesmente não ter suportado olhar sobre ela. Agora, as narrativas da Torá são as suas vestes. Aquele que pensa que estas peças de vestuário são a própria Torá merece perecer e não têm participação no mundo vindouro. Ai dos tolos que não procuram mais do que vêem. Um roupão elegante não é mais valioso do que o corpo que o carrega, e mais valiosa que o corpo é a alma que o anima. Tolos! vêem apenas a roupa da Torá! O inteligente vê o corpo, o sábio porém vê a alma, mas no tempo messiânico, do Despertar, "alma superior" da Torá (os seus segredos ocultos) será revelada".
Do Zôhar Ha'Qadosh