Projeto Jardim Do Éden

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A Associação Qabalista Mundial – Gará Kulam Moshav, na voz do seu fundador e presidente Misha´El Yehuda ben Yisrael, lançou, em 2006, o “Projeto Jardim do Éden” cuja intenção era conseguir a doação, empréstimo ou mesmo arrecadar fundos para a compra de um Sitio ou Chácara onde será instalada a sede da sua Comunidade Mística, o Centro Brasileiro de Estudos da Qabalá. Clique na imagem, conheça o projeto e faça uma doação.

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sexta-feira, 11 de março de 2016

O Despertar: E novamente, Rabino



ATENÇÃO:


"O relato que você vai ler aqui faz parte da minha autobiografia. Nele são citados alguns nomes de pessoas que eu conheci e que, de alguma forma, fizeram parte da minha caminhada e que me tenham feito o bem ou talvez me o mal e por estes últimos eu sinto pelo mal que me tentaram me fazer. Este relato não contém calúnias a quaisquer pessoas que nele são citados".


1987


No final de 1987, eu fui trabalhar em uma Casa de Instrumentos Musicais chamada J & S Ltda ME, que existiu na Rua Braz Cubas no centro de Mogi das Cruzes. Ali eu conheci um Luthier e professor de violão clássico que se chamava Vital, abençoada seja sua lembrança. Eu frequentemente o tratava por Professor Vital. Isso me aconteceu porque, o Santo, bendito seja Ele, queria que eu soubesse de quem eu era uma reencarnação. Esta é parte do relato mas, agora, é preciso começar por outra parte...

RABINOS

Verdadeiros Rabis são centelhas reencarnadas dos setenta Anciãos que Moisés ordenou. A ordenação de Moisés nosso mestre, é a verdadeira Semichá (Ordenação Rabínica). Não existe rabinato acadêmico. Foi da ordenação de Moisés sobre estes setenta sábios que nasceu o termo "Semichá  (סמיכה)" que é Ordenação. O termo Rabi (רבי) é um acrônimo de "Rosh B'ney Yisrael (ראש בני ישראל) - Líder dos Filhos de Yisrael" que se encontra no Êxodo capítulo 30 verso 12:

"Quando você fizer o recenseamento dos israelitas, cada um deles terá que pagar ao Senhor um preço pelo resgate por sua vida quando for contado. Dessa forma nenhuma praga virá sobre eles quando você os contar (כִּי תִשָּׂא אֶת-רֹאשׁ בְּנֵי-יִשְׂרָאֵל, לִפְקֻדֵיהֶם, וְנָתְנוּ אִישׁ כֹּפֶר נַפְשׁוֹ לַיהוָה, בִּפְקֹד אֹתָם; וְלֹא-יִהְיֶה בָהֶם נֶגֶף, בִּפְקֹד אֹתָם)".

A primeira letra de cada uma das três palavras de "Rosh B'ney Yisrael" forma o acrônimo "Rabi (רבי)" como visto acima marcado em verde no verso hebraico. O termo também está codificado em Bamidbar 13, versículo 3, na parashá Shelach Lechá no plural "Roshei B'ney Israel (רָאשֵׁי בְנֵי-יִשְׂרָאֵל)."

Perguntei, certa vez, a um destes auto proclamados rabinos messiânicos, pelos quais lamento o engano que praticam contra si e contra aqueles que os seguem, onde poderia encontrar o termo Rabi na Tana'k (Torah, Profetas e Escritos). Ele não soube me responder e como sempre fazem os dogmáticos, partiu para a violência verbal, como fazem os que apenas são cheios de religião e vazios de Sabedoria. Até que se torne evidente a manifestação da Sabedoria nestes "rabinos", nós não temos como saber se são ou não reencarnações dos Anciãos antigos. Se pessoa insiste em permanecer dentro do dogma romano-cristão (Edom),  realmente ela não tem uma centelha dos Mestres da Sabedoria da Torah e da Qabalah Sagrada.


O Iº Despertar

O meu primeiro Despertar se deu no mês do Leão de 1996. Sonhei que estava em uma caverna onde havia uma antiga sinagoga e ouvia uma canção cantada em hebraico. Acordei cantando aquela canção a qual viria descobrir depois ser o "Má Tovú  (מה טובו) - O Nome De Deus de 26 Letras".

מַה-טֹּבוּ אֹהָלֶיךָ, יַעֲקֹב; מִשְׁכְּנֹתֶיךָ, יִשְׂרָאֵל

Nasci em 1966, no dia 10 de Junho, no bairro do Belém, em São Paulo, que foi, no Luach hebreu 22 de Sivan de 5726, mas só fui registrado no dia 14 de Junho, que foi 26 de Sivan de 5726 - Hilulá do Grande Sábio Yonathan Ben Uzzi'Ël. O número 26 é o valor em gematria do Nome de Deus (יהוה), o selo de não possuir Tikun (Karma) para ser realizado e de ter vindo para alcançar a Consciência Messiânica.

O número 26 é muito importante e sagrado por ser o valor do Santo Nome e revelar também a primeira geração de almas, pois é o segredo da Letra Alef que é formada por dois "Yudim (יִיִ)" e um "Vav (וְ)" somando vinte e seis (26). Para percebermos o quanto este número é importante, Moisés nosso Professor foi a 26ª geração a partir de Adão e foi esta 26ª geração que recebeu a Torah, e portanto o 26 representa a "Primeira Geração da Torah".


Aos três anos de idade, enquanto estava deitado na cama da minha mãe, fui visitado pela alma do Profeta Elias (אליהו הנביא) que me chamou pelo meu nome civil, Paulo, por três vezes. Três anos são trinta e seis meses de vida, e este número é muito significativo para a Tradição da QABALAH. Em hebraico, 36 se escreve com as letras "Lamed & Vav (ל"ו)" que são as iniciais de "Lamed Vav Nistarim  (למד וו נסתרים) - Os 36 Justos Ocultos" é o Profeta Elias é um dos 36. Mas seria possível que eu também fosse um deles?

A gematria do meu nome civil que é Paulo (פאולו) é 123 e  que é a mesma da sentença "Eliahu ha'Novi Bô (אליהו הנביא בא) -  cuja tradução é "Veio o Profeta Elias". Eu tinha 26 anos quando, novamente fui fui inspirado por Eliahu a fundar o Grupo Musical Elijah e que no futuro viria a se tornar a Sinagoga Eliahu Qibbutz (אליהו קיבוץ). Vinte e seis anos são 312 meses e este número é o valor em gematria da palavra "Shiv' (שיב) - O retorno. Elias tinha voltado e minha alma estava repleta do desejo de voltar a ser novamente Yisrael depois de vinte e seis anos na galút (exílio nesta vida).


Já é amplamente conhecido, devido às minhas inúmeras publicações na Comunidade Facebook e aqui no Blogger, além, claro dos 24 livros que escrevi e publiquei, que eu sou uma reencarnação de uma centelha do Rabino ChaimVital na Galut (Exilio), o mais amado discípulo do Arizal, o Leão Sagrado, o Rabino Isaac Lúria (רבי יצחק לוריא). As evidências me cercam e sempre estiveram presente na minha vida. Claro que aos religiosos isto soa a sempre soará como loucura e arrogância.

O Arizal era também uma reencarnação de Moisés nosso Mestre, confirme ele mesmo revelou ao seu aluno Chaim Vital. E Moisés sabia que no futuro reencarnaria no Arizal e isso está codificado no Zôhar e explicado secretamente em Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações). Eu precisava novamente e por mais uma vida ascender ao rabinato, mas eu só poderia ser um legítimo Rabi se recebesse a ordenação rabínica do próprio Moisés e isto é um profundo segredo conhecido de poucos.

Como Moisés poderia vir, trinta e três séculos depois de seu ocultamento e ordenar alguém ao rabinato verdadeiro novamente? Seria isso possível? Sim! E a resposta está no Zôhar e novamente em Sha'ar ha'Gilgulim.

A gematria de Rabi Isaac Lúria é igual a 667. Nós aprendemos que o Rabino Isaac aprendeu o Zôhar com o próprio Profeta Elias.

Na minha certidão de nascimento, os números não apenas confirmam que a minha alma é o guilgul de Chaim Vital, como ainda revela detalhes que só se encontram em Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações).


Os números 183.706 são a gematria de "Massorat Akiva (מסורת עקיבא) - Tradição do Rabino Akiva". O número 203 é a gematria de "Guer (גר)" que de acordo com o Sha'ar ha'Guilgulim contém as iniciais de "Guilgulim Ruchot (Reencarnações De Espíritos)" e finalmente, o número 129 é a gematria de "Chaim Vital" escrito com um "Vav (ו)" a mais em Vital, conforme grafia (וויטאל) usada em alguns lugares e algumas obras. Na imagem abaixo lemos, abaixo, no rodapé, Rabbi Chaim Vital grafado com dois "Vavim  (רבי חיים וויטאל)".

Imagem do Antigo Túmulo do Rabbi Hayim Vital
Na Síria


O horário do meu nascimento foi as 15h42m, mas o médico arredondou para baixo, para as 15h40m. Este número esconde o ano de nascimento de Chaim Vital: 1542!

Agora, o que tem o rabino Akiva, de abençoada lembrança, haver com Chaim Vital? Preste atenção na imagem abaixo e leia com atenção ainda redobrada:


Como lido acima, uma das almas em Chaim Vital era o Ruach (Espírito) do Rabino Akiva. D'us em sua obra é perfeito.

O SEGREDO NO MEU CPF

No Zôhar,  Parashat Pinchás, nós estudamos que, quando Rabi Akiva começava a discursar sobre Ma'assê Merkaváh  (O Trabalho Da Carruagem Divina), sua boca estava no Monte Sinai e sua voz era uma Escada através da qual anjos ascendiam e descendiam, e em cada discurso seu, o Anjo Metatron cavalgava em suas palavras.

Zôhar Parashat Pinchás

Poucas pessoas no mundo sabem algo, algum segredo sobre si mesmas e sobre suas almas e muito menos sobre suas reencarnações. Sobre aqueles que dizem serem cabalistas porque receberam imposição de mãos de algum outro dito cabalista, ou aqueles que se auto proclamaram cabalistas, muitos poucos deles sabem algo sobre as origens de suas almas e sequer podem afirmar de quais mestres suas centelhas derivaram.

"A mim foi revelado que até os números de nossas "RGs" e "CPFs" contém segredos divinos, e que os verdadeiros qabalistas possuem, até mesmo, suas RGs e CPFs codificadas no Zôhar Santo".

Um certo dia, anos atrás , eu acordei de um sonho com o número do meu CPF flutuando nos meus pensamentos. O que estou publicando aqui e para fins de revelação e para dar as pessoas nesta geração o conhecimento da verdade de quem sou nesta encarnação e quem fui em outras, e não para fins de ego, altivez ou demonstrar que sou superior a outros., o que não é verdade. Longe de mim tal pensamento.

O número do meu CPF é 091.314.978-02 e esconde um segredo divino maravilhoso e o seu mistério é uma evidência de tudo o que aqui, neste artigo, foi revelado. Eis o seu segredo: 091 (91) é a gematria de "Malach (מלאך) - Anjo em hebraico. 314 é a gematria de "Metatron /Shaddai (מטטרו'ן/שד'י)".

978 é o valor numerologico Cabalístico  (gematria) de "Sêfer ha'Zôhar ha'Qadosh (ספר הזוהר הקדוש) - O Livro Do Zôhar Sagrado".  O numero 02 se somado a 978 resulta em 980 que é a gematria de "Tzafen Sêfer Zôhar Pinchás (צפן ספר זהר פינחס)" cujo significado é "Codificado no Livro Zôhar Pinchás".

O Despertar é algo terrível.  É quando você acorda do so no da alma e olhando para trás, para todos os eventos que se manifestaram na sua vida, descobre que nenhum deles foi um acaso, mas uma narrativa no Livro Sagrado da Vida escrita pelo próprio Criador. É realmente assustador, terrível mesmo.

 Calábria Itália

Assim como o pai italiano de Chaim Vital imigrou da Calábria para Safed, Israel, também o meu avô, italiano calabrês, imigrou da Calábria para o Brasil em 1905. Ele se chamava Luigi Battaglini.

Eliahu Ha'Novi
O Profeta Eliahu

Por quê Eliahu me chamou por três vezes aos três anos de idade? Porque Chaim Vital tem a mesma gematria de Paulo (123) e em uma das suas vidas passadas Chaim Vital foi o rabino Don Vidal de Tolosa. Em hebraico, "Ele é Don Vidal  (הוא, דון וידאל) é igual a 123. Outra razão secreta para que Elias me chamou por três vezes é que, uma das almas raízes no rabino Chaim era a do Profeta Samuel, e você sabe o que foi escrito sobre Samuel?

"E estando também Samuel já deitado, antes que a lâmpada de Deus se apagasse no templo do Senhor, onde estava a arca de Deus, O Senhor chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui. E correu a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei eu, torna a deitar-te. E foi e se deitou. E o Senhor tornou a chamar outra vez a Samuel, e Samuel se levantou, e foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei eu, filho meu, torna a deitar-te. Porém Samuel ainda não conhecia ao Senhor, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do Senhor. O Senhor, pois, tornou a chamar a Samuel terceira vez, e ele se levantou, e foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Então entendeu Eli que o Senhor chamava o jovem. Por isso Eli disse a Samuel: Vai deitar-te e há de ser que, se te chamar, dirás: Fala, Senhor, porque o teu servo ouve. Então Samuel foi e se deitou no seu lugar. Então veio o Senhor, e pôs-se ali, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel. E disse Samuel: Fala, porque o teu servo ouve". 


1 Samuel 3:3-10

Quando eu era menino, quanto aos oito anos de idade, eu já possuía consciência espiritual e sempre dizia nas minhas preces: "Hinení shelach li (Eis aqui, envia a mim)" e "Davar, ki shomêa avdêcha (Fala, que o Teu servo ouve)", claro, em português. Esta é a primeira consciência espiritual da qual me recordo...

Dois anos depois do meu primeiro Despertar, eu estava desesperadamente procurando o retorno à Tradição (e é claro que como todos, naqueles dias, entendia Tradição como sendo o judaísmo, o que depois compreenderia não ser), coloquei um anúncio numa página de Internet oferecendo meus trabalhos como musicista no Grupo Elijah. Um senhor, judeu messiânico, aparentemente motivado pelo nome Elijah, e reafirmo "aparentemente", me contatou e iniciamos uma amizade. O nome desse senhor era Paulo, e ele morava em um bairro e em São Paulo cujo número da residência era 667. Claramente ele fora motivado a se aproximar de mim pelo próprio Profeta Elias e mais que isso ainda, a alma do meu mestre, o Arizal, havia entrado nele por Yibur com a intenção de me instruir e me fazer ascender novamente ao verdadeiro rabinato espiritual.



"Um tzadik (Justo) pode reencarnar em uma pessoa ainda em vida e juntos eles irão se beneficiar desta reencarnação".

"Yibur ocorre por duas razões. Em primeiro lugar, através do yibur dos justos, a Nefesh (Alma) de uma pessoa pode se tornar retificada ao nível da Nefesh do tzadik (justo). No Mundo Vindouro ela vai subir a esse nível desde do tzadik  que o ajudou a adicionar mitzvot (prática dos preceitos da Torah) e santidade (Qedushá) de sua vida. Esta razão serve à pessoa que recebeu o Ibur. A segunda razão é por causa do tzadik que foi o Ibur. Ao ajudar a outra pessoa para executar mitzvot e retificação, ele ganha uma parcela neles. Este é o sod (segredo) do que Chazal escreveu: Grandes são as pessoas justas, pois mesmo na morte merecem crianças (Sinédrio 47a). Em outras palavras, quando causam a pessoa a aumentar o seu mérito tornam-se como "pais" que orientam e ajudam a pessoa na qual reencarnaram. Este é o seu mérito. Além do mais, a palavra "criança" é no hebraico "na'ar" aludindo a um jovem que recebeu a alma de um tzadik por yibur, como no caso de Enoque:


"Chanoch la'na'ar al pi darchô, gam ki yazkim ló yassur mimenáh (חֲנֹךְ לַנַּעַר, עַל-פִּי דַרְכּוֹ-- גַּם כִּי-יַזְקִין, לֹא-יָסוּר מִמֶּנָּה)". A tradução aproximada seria "Enoque se tornou menino até o seu caminho, e mesmo velho não se desviou dele".

Este verso significa que "Metatron" entrou em Enoque, ou seja, se tornou menino e o ajudou a se tornar o que ele deveria ser: O Próprio Metatron.

Três anos depois, em 2001, já havia, com a ajuda do meu Professor reencarnado por Yibur no senhor Paulo, fundado Sinagoga (apesar de não o ter idealizado ou intentado) e foi então, no dia 2 de março, que eu recebi minha ordenação rabínica. Este dia, 2 de março, caiu exatamente no dia 7 de Adar, aniversário de Moisés nosso mestre. Para que ficasse claro que os céus estavam agindo na questão, a alma do meu mestre em Yibur no senhor Paulo, o levou a lançar sortes sobre a Torah. A coisa foi assim: Na noite anterior, quinta feira, os dois candidatos a se tornarem o Rabino da Qehilá, escolheram, no escuro, duas pedras. A minha foi o Berílo e a ai eu soube que seria escolhido, pois o meu avô materno se chamava Berílo. Na sexta feira, 2 de março de 2001, foi lançada sorte sobre a as Pedras e sobre a Torah e a sorte caiu sobre o Berílo e assim eu fui elevado a me tornar rabino novamente nesta vida. Passei a me chamar "Misha'Ël Ha'Levi (מישאל הלוי)" cuja gematria é 432. Do ano do meu nascimento 1966 subtraindo-se 432 anos nós chegamos ao ano do nascimento do Rabino Isaac Lúria, 1534.

Calculando a gematria de "Semichá Be'Adar Le'Ari (סמיכה באדר לארי) - Ordenação Rabínica em Adar pelo Ari" o resultado é igual a 583. Passei a ser chamado e fiquei conhecido por Rabino Misha'Ël  (רב מישאל) - Rav Misha'Ël cuja gematria é exatamente 583 e então Deus nos enviou à casa na qual a sinagoga seria estabelecida, na residência de número 583, no dia 23 de Abril, dia do aniversário de falecimento do Rabino Chaim Vital, e que naquele ano (2001) caiu exatamente no dia 30 de Nissan que foi o dia exato no qual o Rabino Chaim Vital faleceu no calendário hebraico. E então, eu dei inicio ao compartilhar a Sabedoria do Zôhar Sagrado. Sêfer ha'Zôhar Adonai (ספר הזהר יהוה) - O Livro do Zôhar do Eterno é igual a 583. No Purim daquele ano eu já havia ascendido ao rabinato espiritual da nossa Qehilá. Em hebraico "14 be'Adar Purim Adonai (יד באדר, פורים יהוה)" é igual a 583 em gematria.


O valor 583 é também a gematria de "Yavô Tzfat (יבא צפת)" que se traduz para "virá de Safed - a cidade dos cabalistas em Israel onde Chaim Vital encontrou com seu mestre, o Santo Ari" - e também de "Mi she'zocher (מי שזוכר)" que significa "Aquele que se lembra (das vidas passadas e da sabedoria)".

Já no inicio daquele ano, eu viria a saber de um rabino cabalista do Rio de Janeiro chamado Mario Meir e que estava destinado a me dar um documento de ordenação Rabínica. Eis o segredo: A alma do meu mestre entrou por Yibur no rabino Mario Meir inspirando-o e escrever uma Semichá para mim. Eu o aceitei como meu mestre, pois a alma do meu Professor estava nele por yibur.

"Eu amava o Mario e acreditava, naquele tempo, que ele era meu mestre, por sentir a presença do Arizal, mesmo não o sabendo consciente deste mistério".

No dia 16 de Março de 2002, eu estava no Rio de Janeiro para a inauguração da nova residencia da Academia de Cabalá e nesta noite Mario Meir me conferiu a minha Semichá Rabínica.

Em hebraico "Semichá yadei Mario Meir (סמיכה ידי מאריו מאיר) - Ordenação Rabínica pelas mãos de Mário Meir" é igual a 667 que é a mesma de "Rabino Isaac Lúria". Assim eu fui elevado novamente ao rabinato pela alma do meu próprio mestre que é uma reencarnação de Moisés.  Usualmente Mario se escreve em hebraico sem a letra Alef (א), mas por causa do yibur do meu mestre, esta letra foi, naqueles dias, dada a ele.


A SEMICHÁ

No dia 23 de Abril de 2002, Mario me telefonou confirmando que viria a Suzano trazendo o contrato de representação da Academia de Cabalá para que eu assinasse. 23 de Abril? Por que não no dia 22 ou no dia 24?

Anotação no meu Diário do ano de 2002

"Recebi o telefonema do Rav Mario Meir avisando sua vinda para Suzano na terça feira, 30/04/2002. Pediu-me para que estejam presentes Ari, "**", Sh'lomô (Cristiano Rocha) e Shimon Hair (Franklin)".

No mesmo dia, 23 de Abril, à noite, realizei uma palestra em uma loja Maçônica na qual fui homenageado com uma placa. D'us queria este dia ficasse evidenciado para que, no futuro, o mistério fosse conhecido.

A placa com a homenagem que ganhei na noite 
de 23 de Abril de 2002.

"Ao Rabino Misha'Ël Ha'Levi, nossos agradecimentos pela Palestra "A Mística Sabedoria da Antiga Cabalá", proferida em nossa Loja. SP, 23 de Abril de 2002".

A Alma De Ezequias

Uma das almas reencarnadas na alma do Rabino Chaim Vital era a centelha de "Hizkyyahu ha'Melech (O Rei Ezequias). Uma certa Shabat, o Ari viu quando surgiu na testa do Rabino Chaim Vital o seguinte escrito:

"Preparem um trono para o Rei Ezequias porque ele está vindo".

Estas foram as palavra do Sábio Ben Zakai um pouco antes da sua morte. Ben Zakai estava também no Rabino Chaim Vital, assim também como a alma do Rabino Akiva e por eu ser a reencarnação do Rabino Chaim, recebi por yibur também a alma de Hizkyyahu e por causa desta centelha sagrada que me tornei um poeta.

Na noite de sexta feira, dia 15 de Março de 2002, um certo ex-pastor americano que havia se convertido ao judaísmo e que, já há algum tempo vinha me perseguindo, publicou, em uma revista chamada "Shomer Yisrael (O Guardião de Israel)" calúnias contra minha pessoa, me chamando de falso rabino, judeu impostor, etc. Não contente em apenas publicar tais afrontas, enviou gratuitamente um exemplar da revista aos membros da nossa sinagoga. Ele queria me destruir.

Um pouco antes da Shabat, alguns dos membros me trouxeram a revista com as monstruosidades de James Leandros Kitchen, que visava tomar para ele a minha sinagoga e já até tinha aberto uma loja de artigos judaicos na cidade de Suzano. Assim que dei inicio ao ritual de Qabalat Shabat, tomei a revista, fui até à frente e a abri. Lembrei-me da prece de Ezequias quando foi afrontado por Sanheriv (Senaqueriv) e fiz, às lágrimas, uma prece de coração ao Sagrado, bendito seja ele. Eu disse na prece:

"Adonai, tudo o que tenho feito é oferecer minha vida para servir-Te e servir aos meus irmãos! Veja aqui Tu mesmo, o que este profano escreveu sobre mim! A única coisa que te peço é justiça! Nada mais!".

Dita estas palavras vestidas em uma prece emocionada, dei inicio as preces de recepção da Rainha Shekináh e esqueci o assunto.

Na semana que entrou, fui convidado pelo meu querido amigo e aluno Sh'lomô Yitzchak (Cristiano Rocha) para irmos ao Shacharit de Shabat no Centro de Estudos da Cabalá, que na época era dirigido pelo querido Rabino Joseph Saltoun e fui surpreendido, quando entrei pela porta, quando meu amigo me apontou um homem afro-americano e me disse "aquele é o James". Eu nunca o tinha visto.

Terminado o Shacharit, enquanto olhava os livros à venda nas estantes do Centro, James se aproximou de mim e começou a me caluniar ali mesmo (ele não sabia quem eu era) e imediatamente foi repreendido pelo Rabino Saltoun.

A Morte De James

Algumas semanas se passaram e no dia 12 de Abril, James Leandros, foi dormir com sua amante num Flat na Boa Vista. Era a noite do dia 30 de Nissan, Hilulá (Aniversário da Morte) do Rabino Chaim Vital. Na manhã de sábado, lá pelas 6h, James foi surpreendido por sua esposa em flagrante adultério (de acordo com a lei) e na tentativa de fugir, ao tentar pular da sacada do apartamento 54 no qual estava com a amante, para a sacada de outro apartamento, escorregou e caiu do 5º andar do Edifício Plaza Concorde. Morreu de politraumatismo às 13h do dia 13 de Abril.



Reportagem Da Folha De São Paulo
O acontecido foi noticiado e publicado nos grandes jornais do país, como a Folha de São Paulo. James não morreu por ter aparentemente cometido adultério, morreu porque havia caluniado e tentado destruir uma alma sagrada, a centelha do Rabino Chaim Vital. Não, ele não pecou contra a minha pessoa, mas contra a centelha sagrado do rabino Chaim Vital e por isso o satan o golpeou no dia do aniversário de falecimento do Rabino Chaim Vital, de abençoada lembrança.

"Rabi Abin disse: Aquele que invoca o juízo (divino) sobre o seu próximo é punido primeiro (pelos seus próprios pecados), como diz: Sarai disse a Abrão: "O meu erro está sobre ti..." E o que está escrito mais tarde? "E Abraão veio para chorar por Sarah e chorar por ela". 


- Talmud Bavli Rosh Ha'Shaná 16b -

Assim que souberam do acontecido, os membros da sinagoga temeram o Sagrado e muitos me abraçavam e diziam: "Quero ser seu amigo para sempre". Foi uma pena que estas palavras proferidas por medo e não por amor, se esvaneceram nos corações deles encobertas pelo ego.

O Rabino Meir

A alma do meu mestre saiu então do rabino Mario Meir e entrou novamente no meu coração onde havia estabelecido residência junto com a alma do seu aluno no meu nascimento. A partida da alma do meu Professor de Mario Meir aconteceu por ele haver intentado no seu coração me prejudicar por razões de ego e dinheiro.

"Aqui eu aproveito para declarar que existem outros santos cabalistas no mundo reencarnados com uma centelha do Arizal unificada à alma do Rabino Chaim Vital. EU NÃO SOU O ÚNICO."

O rabino Mario Meir ficou com apenas sua alma, a reencarnação de um rabino sírio contemporâneo do Rabino Chaim Vital chamado Ya'akov Abuláfia nos dias nos quais ele residia em Damasco, na Síria. A gematria de Mário Meir sem a letra Alef (א) de Ari é igual a 507 que é a mesma de Ashur  (אשור) que Assiria/Siria em hebraico bíblico. Ya'akov Abuláfia foi um opositor do Rabino ChaimVital no século 16 durante sua residência na Síria e o perseguiu por muitas vezes é foi punido pelos céus por estas ações. Ele reencarnou para corrigir o mal que havia feito contra o rabino Chaim, mas em vez disso, praticou o mal novamente. Assim que a alma do meu mestre saiu dele (Mario), ele se voltou tentando me prejudicar (novamente).

"Seu principal oponente em Damasco foi Rav Jacob Abulafia (1550 -1622), Que é mencionado várias vezes depreciativamente no Livro de Visões. Abulafia aparentemente zombou das pretensões messiânicas de Vital e foi acusado de impedir as tentativas de Vital de fazer com que o povo de Damasco fizesse teshuvá."


Comentário Sobre O Livro Das Visões

No dia 6 de fevereiro de 2003, Mário Meir mandou me chamar ao Rio de Janeiro para uma urgente reunião de diretoria da Academia de Cabalá. Era na verdade uma armadilha. Ele havia deliberado junto aos seus maus discípulos me lançar para fora da Academia de Cabaalá por razões financeiras. Ele havia planejado me fazer o mal em seu coração. Este dia foi 4 de Adar. Presente nesta reunião, fui ameaçado por Meir com um processo por causa de R$250,00 que ele alegou falsamente que eu lhe devia. Estavam presentes nesta reunião outras quatro pessoas, incluindo a que na época era a esposa de Mario. Não contente em me ameaçar com um processo por R$250,00, divida que eu não havia contraído, a esposa do sr. Mario tomou uma tesoura, e num ritual semelhante ao da Gestapo - A policia nazista de Hitler - cortou, sob risos, os meus peyot - aqueles cachinhos de cabelos que os judeus deixam crescer ao lado das têmporas - e os colocou em um copo de plástico e me entregou nas mãos. Sai dali para nunca mais colocar meus pés na Academia de Cabalá. Nos dias posteriores eu paguei cada centavo dos alegados R$250,00 com os quais fui ameado.

Os Peyot cortados

"Tempos depois, em 2006, fomos ambos perseguidos por alguns judeus ortodoxos. Fomos ambos caluniados e ameaçados. Eu entrei com uma ação contra os autores, mas Mario não. Dois pesos e duas medidas, pois como poderia ameaçar com um processo a um a quem chamava de amigo discípulo e não processar os que lhe difamaram e caluniaram?"


Excerto do Livro "Introdução à Cabala" do
Rabino Philip S. Berg

Neste mesmo ano, 2003, no dia 3 de agosto, fui circuncidado. Era o dia 5 de Av, dia do Hilulá do meu mestre, o Santo Ari'zl. Eu não escolhida a data que foi escolhida pelo Mohel.

"A imagem acima, um excerto do Livro "Introdução à Cabala" do Rabino Philip S. Berg, contem um dos segredo da reencarnação que é a razão dos céus me aproximarem do Mario Meir: Nele também havia uma centelha em Yibur do Rabino Meir".

No dia 5 de Agosto de 2004, mês do Leão, semana de leitura da Parasha Ekev (Consequências), Deus me mostrou em um sonho que o satan iria punir Mario Meir pelo pecado que ele havia cometido contra a alma do Rabino Chaim. No mesmo sonho vi a morte do meu pai, e ambos, meu pai e Mário Meir são do signo de Peixes. No sonho eu enviava para o Rio de Janeiro um meu aluno chamado Daniel cujo aniversário é no mesmo dia e mês do meu pai e do signo de peixes. Alguns anos se passaram desde este sonho e então,  Mário Meir havia se tornado uma especie de Líder tribal de um culto assírio, adorando demônios,  incluindo Lilith, o que foi proibido pelo Zôhar Sagrado. Ela é citada pelo Profeta Isaías no capítulo 34 verso 14 e o Zôhar revela que ela é a destruição do mundo. Aceitar um culto a Lilith é rejeitar o Zôhar Santo. Daniel significa "D'us é o meu juiz".

Anotação no meu Diário sobre o sonho futuro de 
5 de agosto de 2004

No dia 23 de fevereiro de 2015, o Jornal O Globo publicou uma matéria sobre o culto assírio de Mário Meir na então chamada Tribo Navi, humilhando-o completamente. Este dia 23 de Fevereiro foi no calendário hebreu o dia 4 de Adar, mesmo e dia e mês (Peixes) no qual doze anos antes ele havia tentado me prejudicar. Em 26 de agosto meu pai faleceu. Foi muito místico. Eu estava indo para São Paulo para apresentar o meu Programa Os Arquivos X e o tema neste dia seria Reencarnação. Quando cheguei no metrô Paraíso e tomei o trem, entrei no carro número 583 e senti que algo estava acontecendo. Imediatamente fui preenchido com o desejo de ir até a Livraria Sêfer e comprar a versão em Português do Portão das Reencarnações. Quando cheguei no estúdio fui avisado por minha mãe que meu pai havia falecido.

A Matéria De O Globo


Foto capturada na tarde do dia 26 de Agosto 
na qual faleceu o meu pai

Mario Meir nunca se arrependeu do que fez. Nada tenho contra ele e nem com sua escolha espiritual que é um resultado da alma que nele há, a de Ya'akov Abuláfia (não confundir com a alma do Grão Cabalista Abraão Abuláfia).

Tudo isto aconteceu para revelar e evidenciar que eu sou a reencarnação de uma centelha do Rabino Chaim Vital e que o Ari é o meu verdadeiro professor e que fui ordenado pela alma do próprio Moisés.


Publicação do Jornal Israelense Ha'Artez 
de 23 de Abril de 2013

A data de 23 de Abril corresponde ao calendário Juliano e que corresponde ao 112º dia do ano. No calendário Gregoriano a data é 3 de Maio que é o 123º dia do ano. Para conhecer sobre estes mistérios, siga o link abaixo que contem mais das minhas recordações de outras vidas:

Reencarnação Através Do Beijo


O OCULTAMENTO DO ARI

Em Sha'ar Ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações), Ha'Qadmáh (Introdução) 10, lemos acerca da relação do mestre com o aluno:

"No que diz respeito a um aluno e o seu mestre, nós já explicamos que, o mestre da uma parte do seu Ruach (Espírito) para o seu discípulo, como o pai faz como seu filho. No entanto, esta é uma união mais forte, pois o espírito do mestre fica com o aluno para sempre e nunca mais se separa dali".

S'G Ha'Qadmáh 10

Foi em razão disso e do mistérios revelado que de o Ari veio ao mundo, naquela geração, apenas para instruir Vital, que ele declarou: "Eu e o Ari somo um, para sempre (הארי ואני אחד לעולם) - Ha'Ari ve'ani echad, le'olam". A gematria deste dito esotérico que emergiu dos lábios de Chaim Vital é igual a 472.

Em 2012, no ano hebreu 5772, 440 anos após a morte do Ari em 1572, no dia 3 de Maio, 123º dia do ano, eu fui acometido de uma repentina arritmia cardíaca, que foi diagnosticada e medicada no mesmo dia e no dia 4 de maio eu voltei à Santa Casa para fazer um eletrocardiograma cujo resultado está na imagem abaixo.

A FITA DO ELÉTRO CARDIOGRAMA
DATA 04/05/2012

Acima, podemos ver a fita do eletro cardiograma com meu nome cível e a data de 04 de maio de 2012.

Por que a arritmia se deu exatamente no dia 123º do ano? e não no dia 122 ou 125? Duas centelhas habitando o mesmo coração, juntas, unidas e então, repentinamente, para me dar a oportunidade de conhecer o meu próprio mistério, a centelha do meu mestre partiu, como havia feito há 440 anos antes, provocando uma marca para que eu buscasse sua causa.

Realizado todos os exames cardíacos, eletro, holter, dopler colorido e ergométrica, nada anormal foi diagnosticado no meu coração e a arritmia desapareceu.

440 é a gematria da palavra morte (מת) que é uma alusão ao ocultamento da alma, e exatamente no dia gregoriano do Hilulá (aniversário da morte) do mestre Hayim Vital, a alma do seu mestre, o Ari, partiu novamente.A gematria Atbash do meu nome espiritual "Mishael (מישאל)" é igual a exatamente 472.

2012-440=1572

Então, a gematria de "Eu e o Ari somos um, para sempre (הארי ואני אחד לעולם)" se junta à gematria de "Yom Vital (יום ויטל)- Dia de Vital" para resultar em 583 que é a gematria de Mishael Ha'Levi.

"AGORA EU ESTOU DESTINADO A ENCONTRAR OUTRAS CENTELHAS DO ARIZAL E DE CHAIM VITAL REENCARNADAS EM OUTROS DOS NOSSOS IRMÃOS!"

Continuará..

Este artigo não possui o caráter difamatório sobre as ações de qualquer pessoa, mas sim de um relato pessoal que faz parte da minha biografia e trajetória do meu Despertar. Para conhecer mais destes mistérios da reencarnação, leia o Livro "Guilgulim - O Portal das Reencarnações" que publiquei em 2008. Este foi o meu primeiro Livro, porque, durante sua vida o Rabino Chaim organizou e publicou o "Sha'ar ha'Guilgulim - O Portão das Reencarnações".


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O Artesão Da Luz