Curso: Manifestações Ufológicas EM Código Secreto Na Bíblia

Curso: Manifestações Ufológicas EM Código Secreto Na Bíblia
O Velho Testamento bíblico e outras partes do livro sagrado estão repletos de alusões a avistamentos ufológicos e contatos com seres extraterrestres, como se verá neste curso, que dá continuidade ao ministrado pelo mesmo professor no ano de 2020. Há até mesmo ocorrências de abduções alienígenas nele descritas com clareza, como a do profeta Elias, que foi levado aos céus. Se lida com uma ótica moderna e interpretada com conhecimentos ufológicos, na Bíblia, principalmente em sua versão hebraica, há ainda inúmeras outras menções a situações inusitadas apresentadas em um código próprio, que hoje é estudado pela chamada Ufocriptologia, que o curso ministrado pelo rabino Misha’ Ël Há’ Levi, como também é conhecido Paulo Sergio Batalini, abordará. Clique na imagem para mais informações.

EU QUERO ACREDITAR

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Os Verdadeiros Anunnki

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A verdade jamais revelada sobre os Anunnaki

Novo Livro

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Duna - Uma Experiência Verdadeira

Os Ecos De Enoch

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Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

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Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

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O Segredo Da Doação

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

AVISO IMPORTANTE

Declaro a quem possa interessar que, por razões de carater pessoal e mudanças espirituais, que deixei a prática do judaísmo e não pretendo voltar a ela. Já desde 2006, tais mudanças vinham  acontecendo, razão pela qual começei a buscar, como explicados em inúmeros artigos publicados aqui no Blog da Comunidade do Deserto, a pureza espiritual e mística dos antigos Hebreus do Deserto onde tudo começou e onde tudo foi revelado.

É notável nos vídeos gravados por mim, que os rituais nada mais tem haver com qualquer vertente judaica, tendo sido acrescidos a eles práticas místicas que me foram reveladas no decorrer dos últimos 9 anos, como o "Ritual do Cântaro Sagrado (D'li ha'Mashiach)" o qual também nomeamos "O Cântaro do Messias".


Descobri mais purezas em práticas "Essênicas antigas e Budistas" do quem nas palavras e exemplos judaicos e de muitos rabinos que usam TORAH e QABALAH para disseminar ódio contra aqueles que não são "Judeus", contra cristãos e messiâncicos e outros, ódio este que eu mesmo provei na alma e no corpo ao ser perseguido e ameaçado de morte por certos "Judeus Ortodoxos".


Algumas pessoas tentaram me "aconselhar" aludindo estar eu errado ao buscar espiritualidade e sabedoria através do "Essenismo Nazoraico" e do "Budismo". Minha resposta a isto é simples: Nenhum busdista jamais me perseguiu ou me ameaçou, nem me caluniou e eu nunca encontrei um templo busdista fechado e nem nunca me impediram de adentrar em um. No entanto, jamais me permitiram entrar em uma sinagoga a não ser escondido, e tudo o que eu recebi dos rabinos a quem recorri no decorrer dos anos, foi ódio e preconceito, como se eu fosse um virus, uma doença que precisava ser erradicada.

Eu não sou o único a estar buscando a "Pureza do Deserto" já existe focos no mundo de judeus buscando o "Retorno à Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto" fugindo do "Judaísmo Rabínico" e suas interpretações literais da Torah e suas halachot.

Lembro-me, em 2009, quando estava no aeroporto de Guarulhos aguardando o voo para Bahia, onde me encontraria com meus queridos amigos e irmãos anussim, do meu encontro com um certo rabino ortodoxo, que, ao ver-me de preto, kipá, peyot e com os tzitziot a vista, aproximou-se e questionou-se se eu estava indo para BH para a sinagoga lá. Respondi, humildemente e com respeito que não, e que estava indo para a Bahia encontrar com "judeus anussim" de lá. O Rabino, ao ouvir o termo "anussim" afastou-se imediatamente de mim sem expressar qualquer palavra, demostrando na face e no olhar, seu repúdio por tais pessoas. São estes os homens que declaram-se "santos praticantes da halachá" e que são os lideres do povo e que sequer estendem a mão para cumprimentar alguém que, havendo-se descoberto "descendente" de antigos israelitas, demostra todo a amor ao povo que hoje, mundialmente é condiderado o Povo do Livro?

É claro no meu coração que, se estas pessoas são o "POVO ELEITO" do Sagrado, elas não alcançaram o nível que o Sagrado, bendito seja Ele, desejou que elas alcançassem. O que se encontra hoje no judaismo, nada tem haver com a mensagem de amor e de Sabedoria dos antigos mestre da QABALAH.

Eu sei que para os perseguidores, minha declaração aqui se tornará um brado de vitória, pois era isto o que justamente eles desejavam. Minha preocupação com isto é nula.

É certo que não abandonarei a prática da TORAH e o estudo e disseminação dos seus mistérios escondidos e continuarei, como já venho fazendo, a visita aos locais sagrados do budismo onde venho praticando minhas "kavanot (meditações transcendentais)".

Também em razão desta mudança, declaro que abandorarei o uso do meu nome hebreu "Misha'Ël Yehudá ben Yisra'Ël Ha'Levi" e assumirei o uso de outro nome de acordo com a Sabedoria do Deserto, do conhecimento do "Essenismo" e do "Budismo". No decorrer do tempo mudarei o nome de todos os meus livros e artigos.

Hoje me sinto como o "Eli" do filme "The Book Of Eli", imbuido de uma missão divina mas, completamente separado de qualquer prática dogmática ortodoxa ou qualquer uma que se declare "religião" e que pregue a salvação do mundo através de qualquer meio ou ferramenta que segrege quaisquer outros que não pertença à sua declarada prática.

Se para ser aceito no meio de tais meios e praticas o preço é passar a odiar e segregar como eles o fazem, permaneço em minha decisão de não pertencer a tais meios religiosos, pois não me assemelharei com aqueles que pregam ódio ao invés do amor.

A "Rainha Shabat" sempre será bem vinda e honrada em minha "tenda" e em todas as minhas madrugadas, com seu sopro e a suave brisa dos seus místicos e belos lábios a me revelar os mistérios escondidos da Instrução Divina.

Sendo assim, e nada mais tendo a declarar, desejo a todo aquele que ler este aviso, paz abundante, amor profundo e elevado e longevidade de dias.

Bi Lá Kaifá
"Nada mais precisa ser dito".
Paulo Sergio Batalini
(Misha'Ël)

O Artesão Da Luz