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O PLATÔ DE ORION

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EU QUERO ACREDITAR

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Os Verdadeiros Anunnki

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A verdade jamais revelada sobre os Anunnaki

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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Hospedando Centelhas Sagradas



A Alma Adicional

Sabe-se que na Shabat se recebe uma "alma adicional (Neshamá Yeterá)". Para entender o conceito da alma adicional da Shabat, devemos primeiro discutir as três dimensões da alma. Estas são a Neshamá (da palavra hebraica "nishama", que significa sopro), o Rúach (literalmente, "vento") e a Nefesh (da palavra hebraica "nafash", que significa "descanso"). A Neshamá repousa sobre o cérebro (na Glándula Pineal); o Rúach habita no ventre (diafragma) e a Nefesh está ligado ao coração, ao ventrículo esquerdo. A Nefesh e o Rúach, responsáveis ​​pelas emoções humanas (Midot), estão diretamente ligados ao corpo. No entanto, devido à sua elevada origem, a Neshamá não está completamente conectada ao corpo; corpo e Neshamá são duas entidades separadas que moram juntas. No momento da morte, a Neshamá deixa o corpo. A Nefesh permanece ligado aos restos mortais, e o Rúach flutua para frente e para trás, retornando anualmente no aniversário da morte para habitar no corpo naquele dia, a não ser que este Rúach seja uma faísca de Elohim que o emprestou e, portanto, como está escrito "o Rúach volte a Elohim que o deu... (Eclesiastes 12:7)".


Fonte: Chabad (com adendos do autor)

Durante os últimos cinco anos, desde o meu Despertar em 27 de setembro de 2014 (3 de T'shri, 5775), no qual eu soube que era uma reencarnação de uma centelha de alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua lembrança, eu vinha tentando descobrir quando esta centelha sagrada teria de fato reencarnado em mim, se no nascimento ou durante meus 53 anos nesta vida. Durante um sonho, na madrugada de 26 de junho de 2019, este segredo me foi revelado.

"Ensina a Cabalá que cada judeu, independentemente de sua natureza ou comportamento, possui duas almas: uma Divina e uma natural (nefesh bahemáh e nefesh ha'elohit). Essas são as almas básicas do ser humano; e não devem ser confundidas com a alma adicional (neshamá yeterá) que um judeu recebe durante o Shabat, ou com os cinco níveis da alma – Nefesh, Ruach, Neshamá, Chaya e Yechidá que sâo adquiridos por reencarnação."


Fonte: Morashá com acréscimos do autor

Todas as pessoas nascem e recebem uma nefesh bahemáh (alma animal) que anima o corpo e, ao se aproximarem da Torá e da pratica de suas mitzvot (preceitos), acumulam méritos para adquirir uma nefesh ha'elohit (alma divina). No homem isso acontecem durante a circuncisão a, não ser e, em raros casos, que a pessoa, por reencarnação tenha acumulado méritos para receber a influência desta nefesh ha'elohit antes mesmo da sua Brit Milá (circuncisão). Isto foi o que aconteceu comigo pois, antes mesmo da minha Brit Milá, em 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003) a partir de 1996 quando acordei de um sonho falando hebraico, eu comecei a receber as influências desta nefesh ha'elohit que a mim estava destinada desde o meu nascimento.

A alma animal (nefesh bahemáh) e a alma divina (nefesh ha'elohit) se opõem uma à outra fazendo do corpo um campo de batalha tentado dominar, cada uma, os seus órgãos que sâo chamados de "vilas" ou "cidades", conforme está codificado no Likutei Amarim Tânya: "Duas nações farão guerra uma contra a outra... (Tânya 9)". Estas duas nações são as duas almas.

Em Sha'ar ha'Gilgulim aprendemos que é a néfesh bahemáh (alma animal) a responsável pelos pecados que a pessoa comete, pecados esses que causam dor a "Israel (nefesh ha'elohit)" mas, de acordo com as regras do gilgul (reencarnação), esses pecados não causam manchas que trarão tikun (karma) para a nefesh ha'elohit.

1966
Nascimento

Eu fui concebido na noite de 10 de setembro de 1965 no 253º dia do ano solar e que, naquele ano coincidiu com a noite de 13 de Elul de 5725. Meu nascimento se deu 274 dias depois em 10 de junho de 1966 no 161º dia do ano solar, 22 de Sivan de 5726. O valor 274 é a gematria de Ben Yosef Ben David (בן יוסף בן דוד) e é também a gematria kollel de "Ór ha'Ganuz (אור הגנוז)" que é a "Luz Oculta da Criação."

“Sua casa (corpo) deve ser um lugar onde os sábios, as grandes almas e os grandes estudiosos (da Toráh) vêm e se reúnem”.

Pirkê Avot


Em hebraico, 13 de Elul de 5725 (י״ג בֶּאֱלוּל התשכ״ה) possui gematria igual a 812 que é a mesma da expressão "Sód ben baruch: O número do destino (סוד בן ברוך: מספר המזל)." Este mesmo valor revela a frase "Ha'Ari sha'ag, mi ló irê (ה'אר'י שאג מי לא ירא?)?" que se traduz "O Ari rugiu, quem não o temeria?". Ari em hebraico significa Leão e é o acrônimo de "Elohei Rabbi Yitzchaq (אלהי רבי יצחק) - O Divino Rabino Isaac."

1969
A Visita Do Profeta Elias

Eu tinha 36 meses de vida e costumava dormir na cama da minha mãe, pois meu pai estava sempre viajando. Numa noite, uma presença encheu o quarto e uma voz masculina me chamou pelo meu nome: - Paulo? Eu me levantei e fui até a pequena sala na qual minha mãe costumava fazer tricô e crochê enquanto via televisão. Eu disse: - Mãe, onde está o meu pai, ele está me chamando! Minha mãe respondeu dizendo que meu pai não estava em casa, pois estava viajando e que eu deveria voltar para a cama e dormir. Voltei para a cama e novamente a voz me chamou ao que me levante e novamente questionei minha mãe pela presença do meu pai. Ela me ordenou que voltasse novamente para a cama pois meu pai não estava. Voltei e novamente, ao me deita, a voz me chamou a terceira vez e novamente me levante e fui à sala perguntar pelo meu pai. Minha mãe então me disse que D’us estava me chamando.

O meu nome civil, Paulo (פאולו) possui gematria igual a 123 que é a mesma da expressão “Bá Eliyahu Há’Navi (בא אליהו הנביא)” que se traduz “Veio o Profeta Elias.” Eu fui visitado pelo profeta Elias ainda na minha infância e jamais pude me esquecer desta visita. Em hebraico "A Voz de Elias" é "Qol Eliahu (קול אליהו)" e sua gematria Ofanim é igual a 185. Mas, qual seria o mistério deste número?

1992
O Grupo Elijah

Em 1992, de comum acordo com minha primeira namorada e as irmãs dela, eu fundei o Grupo Elijah, uma banda musical da qual eu era o líder. O grupo foi formado no dia 14 de maio que, naquele ano, coincidiu com o aniversário de fundação de Israel. Em 2001 o Grupo Elijah que em hebraico é “Eliahu Kibbutz” cuja gematria AchBi é igual a 583 passaria a ser a “Sinagoga Elijah”, em hebraico “K’nesset-Eliahu” e cuja gematria Mispar Kollel é igual a 583. Não por acaso, a casa na qual a Sinagoga fora instalada era a de número 583 e, acima de qualquer coincidência a gematria do meu nome e título, Rav Misha’Ël é igual a 583. A criação do Grupo Elijah foi uma inspiração do Profeta Elias. O valor 583 é também a gematria de Yavô Tzfat (יבא צפת) que se traduz "Virá de Safed."




Em 1993, no mesmo 13 de Elul (29 de agosto), eu entrei em estúdio para gravar o álbum Pela Manhã com músicas compostas, arranjadas e executadas por mim e cantadas pelo Grupo Elijah.

1996
Sonhando Com A Caverna Do Ari

A mais antiga de todas as sinagogas de Tzfat[1], a Ari Sefaradi foi nomeada em honra  ao ARI – Rabbi Yitzhak Luria, em memória do seu pai sefardita. A sinagoga foi mencionada pela primeira vez em 1522 como um lugar sagrado de culto para os judeus imigrantes do norte da África, que era então chamada de “A Sinagoga Eliyahu Ha'Navi[2]”. Segundo a tradição, o ARI que viveu em Tzfat entre 1570 e 1572 costumava rezar ali naquele local, em 1600, já era conhecido como a sinagoga do ARI.

Uma pequena sala da caverna fica na parede leste, onde a tradição informa que era usada pelo ARI para aprender a Torá com Eliyahu HaNavi (Elijah o Profeta). No século XVII, uma grande pedra foi colocada na entrada da caverna para proteger seu espaço sagrado, mas hoje é possível entrar na caverna.

Quatrocentos e vinte e quatro anos depois do ocultamento da alma do Arizal em Safed, entre o dia 23 de abril e 3 de maio, eu sonhei que estava em uma caverna na qual havia uma Arca Sagrada e lá dentro eu ouvia muitas vozes entoando uma canção que, até então, eu nunca tinha ouvido e em um idioma que eu não conhecia. Ao acordar eu comecei entoar aquela canção no idioma que tinha ouvido durante o sonho. A canção era o cântico Má tovú.


Eu, na escadaria da K'nesset Eliyahu Ha'Navi
30 de Nissan de 5777

Até então, eu acreditava que era um cristão, mas, depois deste sonho, eu nunca mais pisaria, a não ser por um breve período que me foi necessário, dentro de uma igreja cristã.

Depois de sonhar, eu fui até a estante de livros do meu pai e tomei um volume da enciclopédia Delta-Larousse e procurei pelo tópico “Hebraico” e quando vi a tabela com o alfabeto tive o sentimento que já havia visto as letras antes. Era um fragmento de lembrança de outra vida.


A página da Delta-Larrouse


1999
A Transmigração

Eu fui destinado, desde minha concepção em 13 de Elul de 5725[3] a receber, nesta vida, os três níveis de alma mencionando em Sha’ar Há’Gilgulim – O Portal das Reencarnações - que são Néfesh, Rúach e Neshamá e, em razão deste mistério a presença da alma do Arizal se fez presente durante minha concepção juntamente com o espírito Zahariel. Este espírito é puro e mais claro que os inferiores. Seu nome é Zahariel, porque ele é extraído do óleo da unção sagrada, que é extraído do mundo superior, Bina (a Compreensão Divina sobre os mistérios sagrados da Toráh), e desse nome ele cresce e cresce. Ambos os nomes Há’Ari’zl e Zahariel possuem a mesma gematria que é 253. E qual é o dia 253 do ano solar? É o dia 10 de setembro, dia no qual eu fui concebido.

Até o dia do sonho da caverna eu nunca tinha ouvido falar do Arizal e nem de Chaim Vital, o mais amado discípulo do Ari. Depois daquela experiencia minha atração pelo mistério divino crescia mais e mais e a cada dia eu me movia mais e mais para o interior.

Quando D’us chamou Abraão cujo nome ainda era Abrão, Ele lhe disse: “-Lech lechá (לך לך)” que traduzido significa “Parta para ti mesmo!” A gematria Mispar Ne’elam de Lech Lechá é igual a 248 que é a mesma de Ari’zl (אריזל) e Raziel (רזיאל) o nome do Príncipe dos Mistérios, o professor de Adão no Jardim do Éden. O Arizal foi uma reencarnação do Anjo Raziel e por esta única razão veio ao mundo ensinar Chaim Vital que era uma reencarnação de Adão.

Esta minha viagem cada vez mais para o interior de mim mesmo, em direção à minha alma, resultou no desejo insuportável de viajar, o que acabou se realizando, pois eu já estava destinado também a esta experiencia.

O Zôhar nos ensina sobre mudança de nome, mudança de lugar e mudança de ação como um processo para a correção do pecado de Adão e para receber as centelhas de almas que já estão nos destinadas. Não suportando mais o desejo de viajar, eu publiquei um recado em um grupo cristão na internet, oferecendo-me como ministro de música e louvor. Um pastor brasileiro residente nos EUA respondeu ao recado e me convidou para viajar com ele pelo interior de Minas Gerais quando ele estaria visitando algumas congregações. Eu aceitei.

No dia 19 de abril de 1999 lá estava eu viajando para Belo Horizonte onde me encontraria com o pastor e, depois de encontrá-lo, iniciamos a viagem pela BR 381. Ora, BR 381 tem as letras de RAV (Rabino) e o valor em gematria do nome Misha’Ël. Dois anos depois, em março de 2001 eu me tornaria o Rabino Misha’Ël (רב מישאל).


O pastor Valdir Viveiros e um amigo, Valdênio. Foto clicada por mim


No dia 1º de maio de 1999, um sábado, nós chegamos à cidadezinha de Sobrália onde à noite eu tocaria em um evento na praça da cidade. Ali, eu encontraria a jovem que estaria carregando a centelha de Chaim Vital destinada a mim. O nome dessa jovem é Clélia (קלליה) nome cuja gematria Ne'elam (Oculta) é igual a 185, o mesmo valor da declaração em hebraico "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" cuja tradução é "EU SOU CHAIM VITAL". A jovem é do signo de escorpião e Chaim Vital era do mesmo signo que é também meu signo ascendente.

Quando meus olhos encontraram os olhos verdes de Clélia, a atração foi instantânea e nossas almas se conectaram imediatamente. Havia uma criança de colo aos prantos ao lado de Clélia e que não parava de chorar de jeito algum. Eu deixei meu violão e caminhei até ela, coloquei a mão direita em sua cabeça e disse “Shalom” e imediatamente a criança parou de chorar.

Depois do evento, eu me aproximei de Clélia e iniciei uma conversa com ela. No dia seguinte, voltaríamos a nos encontrar e no dia 3 de maio, o dia 123 no calendário solar, iniciaríamos nosso namoro e ela me ofereceria seus lábios pela primeira vez iniciando o processo de transmigração por Yibur da alma que ela havia recebido e que era minha trinta e três anos depois do meu nascimento, valor este que contém a gematria da palavra "Gal (גל)" cujo significado é "revelar." Clélia havia nascido no dia 11 de novembro de 1980, dia que coincidiu no calendário hebraico ao dia 3 de Kislev. Ora, a gematria Mispar Kollel de 3 de Kislev (ג בכסלו) é exatamente 123, a mesma de Chaim Vital.

“Se uma pessoa faz uma ação da maneira correta, ela recebe uma quantidade da alma de uma pessoa justa que deixou este mundo. Em seu comentário no Sulam, Rav Ashlag diz que uma pessoa não pode crescer espiritualmente, a menos que receba a assistência e pequenas partes da alma de uma pessoa justa, chamado ibur.”[4]

Devido a esta experiencia, eu desistiria de viajar para os EUA a convite do pastor que havia me convidado para residir lá e ser ministro em sua congregação. Na verdade, o próprio pastor motivado pelo Divino Espírito, desistiria de me levar antes mesmo que eu desistisse. Voltei para São Paulo e no início de junho viajei de volta para a cidade de Dom Cavati onde Clélia residia. Meu desejo era me casar com ela. Eu pouco sabia sobre reencarnação e não havia tido contato com o Sha’ar Há’Gilgulim nesta vida ainda e, portanto, não conhecia seus mistérios.

Depois de algumas semanas em Dom Cavati, eu retornei para São Paulo para pegar algumas dos meus pertences e roupas e, no dia 15 de julho, embarquei de volta para Dom Cavati para residir na casa que havia alugado e me casar com Clélia. Eu não sabia que esta relação era temporária e terminaria assim que a transmigração se completasse.


Dom Cavati - MG


Durante minha estadia em Dom Cavati, Clélia entrou em profunda depressão e me pediu pelo fim do nosso relacionamento. Sua depressão, é claro, se dera em razão de que ela estava perdendo a alma que era a centelha de Chaim Vital destinada a mim. A gematria do nome Cavati (קוואטי) é igual a 132 que é a mesma de Gilgulim. Ora, o Rabino Chaim Vital fora o autor do Sha’ar Há’Gilgulim – O Portal das Reencarnações – no qual ele reunira os ensinamentos do seu mestre, o Rabino Yitzchaq Lúria, o Ari’zl sobre os segredos bíblicos da reencarnação.

“Há três maneiras principais que podemos merecer um ibur. Uma é fazendo uma ação pela qual o justo era conhecido, da fonte de sua alma. Por exemplo, a grande ação do Rav Pinchas ben Yair era compartilhar. Então, se uma pessoa faz uma grande ação de compartilhar, pode provavelmente obter a centelha da alma de Rav Pinchas ben Yair, ou se uma pessoa tem grande humildade, que era uma das qualidades de Moisés, ela pode receber uma centelha da Luz de Moisés. A segunda maneira é através do estudo. Quando lemos o Zohar, por exemplo, recebemos uma injeção de ibur uma centelha de Luz, da alma do Rav Shimon Bar Yochai. E o terceiro caminho é ir aos sepulcros dos justos. Fazemos isso para pedir que uma parte de sua alma entre em nossa alma.”[5]. 


Sobre Reencarnação

Foi no Concílio Ecumênico de Constantinopla (553) que a reencarnação foi retirada do cristianismo pelo imperador Justiniano e sua esposa Teodora. Essa história da influência de Justiniano e Teodora no citado concílio, de um modo geral, não é abordada pelos historiadores, certamente, para evitarem conflitos com a Igreja, com as contradições e adulterações na Bíblia cristã e os dogmas do cristianismo.

"Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem, Para trazer a sua alma de volta da cova, e a iluminar com a luz dos viventes. "

הֶן-כָּל-אֵלֶּה, יִפְעַל-אֵל-- פַּעֲמַיִם שָׁלוֹשׁ עִם-גָּבֶר. ל לְהָשִׁיב נַפְשׁוֹ, מִנִּי-שָׁחַת-- לֵאוֹר, בְּאוֹר הַחַיִּים.

Jó 33:29,30

No versículo é usado o termo "Shachar (שָׁחַת)" que é uma alusão ao poço das almas, o Sheol, o antigo mundo dos mortos (עולם המתים הקדום הנזכר בתנ"ך) mencionado no Tana'k (Bíblia hebraica).

O Escorpião Na Parede

Minha última noite em Dom Cavati foi de imensa tristeza e choro. Na manha seguinte quando acordei, olhei para a parede do quarto e havia um escorpião amarelo agarrado a ela, imóvel, me espreitando como se tivesse mesmo vindo apenas para me instruir. Era um sinal da alma de Chaim Vital. Claro que, naquele momento eu não poderia saber disso. À noite, embarquei de volta para São Paulo. Em 1º de outubro de 1999, noite de 21 de T’shiri na qual se celebra Roshaná Rabá, eu entrei pela primeira vez em uma sinagoga para nunca mais sair.

A mensagem deste artrópode estava na palavra hebraica para escorpião que é Akrav (עקרב) e cuja gematria é igual a 372 e esta, por sua vez, é a mesma e exata numerologia cabalística da expressão "Lo Rabbi Chaim Vital (לו רבי חיים ויטאל) que se traduz "Para ele (a centelha) do Rabino Chaim Vital)." Como este evento poderia ser um acaso do universo? Eu não sabia que o Rabino Chaim Vital tinha sido do signo de Escorpião.

Sobre o meu signo nesta vida, Gêmeos, a astrologia cabalística diz "Se você nasceu em 1966 e é do signo de Gêmeos, significa que em sua ultima vida você foi Escorpião...


Alcançando O Rúach Ha'Qodesh 
Espírito Santo

"O quarto caminho que é maior do que todos eles (caminhos) é que ele merecerá uma revelação da alma de um antigo tsadic que morreu (como o rei Salomão). Se a partir de um daqueles que são de sua alma raiz (ou seja, perto da raiz de sua alma), como é conhecido ou de outro, mas porque ele realizou um mitzva (excepcionalmente) semelhante a este tsadic. Aquele que merece esse nível, alcançará que eles lhe ensinarão sabedoria e segredos e maravilhas ocultas da Torá. Tudo isso está de acordo com suas ações."


Shaerei Qedush (Portais da Santidade)

O que é o Espírito Santo (Rúach Ha'Qodesh)? É a centelha de alma de um tzadiq (Justo da Torah) que é dada por reencarnação em Yibur para aquele que alcançou mérito semelhante a ele em sua vida. Isso foi o que me aconteceu, de acordo com a raiz da minha alma.

No dia 23 de abril de 2001, assinei o contrato de aluguel da casa que seria a sede da K’nesset-Eliahu, contrato que venceria em 23 de outubro de 2003, ano da minha Brit-Milá (Circuncisão). Ora, o dia 23 de abril no calendário gregoriano de 1620 foi o dia do ocultamento da alma do Rabino Chaim Vital em Damasco, na Síria, e o dia 23 de outubro o dia do seu nascimento na cidade de Safed, Israel, em 1942. Minha circuncisão foi em 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003), no aniversário de ocultamento da alma do meu mestre, o Rabino Yitzchaq Lúria.

2014
O Despertar

Depois de 13 anos mergulhado no estudo do Zôhar Sagrado o Despertar me alcançou. Na manha de 27 de setembro durante um retiro espiritual, acordei com uma voz me dizendo “Cuidado com a pessoa de um olho só” e logo uma visão me revelou o segredo da minha reencarnação e de onde minha centelha de alma havia vindo. Ora, o dia 27 de setembro é o 270º no calendário solar e o valor 270 possui a gematria da palavra “Ër (ער)” que significa Desperto.

“Quando se diz no Pirkei Avot, "Sua casa deve ser sempre um lugar onde os justos vêm", significa que devemos sempre estar despertando a nós mesmos para a necessidade e a importância de receber ajuda e faíscas dos justos. Mas também diz, que sua casa precisa ser um lugar onde essas almas venham o tempo todo, não apenas de vez em quando. Portanto, temos que nos perguntar: esta semana, que almas, que iburim, eu trouxe para a minha casa, para o meu corpo? Precisa ser um processo constante de trazer iburim, de trazer assistência. É uma das mais importantes preparações para Shavuot, a fim de receber a Luz de Bila HaMavet LaNetzach, a Remoção da Morte.”[6]

O Segredo De Elul

Por que eu fui concebido no mês de Elul? Durante muitos anos eu usei, no dedo anular da mão esquerda, que é Yesod na Árvore das Vidas, um anel com a gravação em revelo escrita E.L.U.L que é o nome do 6º mês hebreu, o de virgem e um acrônimo para o versículo de Shir Há’Shirim[7] “Ani Le’dodi Ve’dodí Lí (אני לדודי ודודי לי) – Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu.” A gematria deste verso é igual a 185 e este valor é o mesmo da afirmação “Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)” que se traduz:

EU SOU CHAIM VITAL
אני חיים ויטאל




sábado, 15 de junho de 2019

Evidências Das Minhas Reencarnações


O Maharal & O Golem De Praga

Foi no dia 20 de fevereiro de 2016 que eu vi, pela primeira vez, a arte criada por Daniela Owergoor e que, imediatamente soube que deveria se tornar a Capa para o Livro "O Maharal & O Golem De Praga. Contatei a artista e solicitei a capa que me custou exatos R$288,00 reais.

Ora, absolutamente nada acontece por acaso e o Sagrado, abençoado seja Ele, queria me revelar a identidade da centelha de alma que eu havia recebido para ser minha neshamá (alma divina), uma sensação do grande Maharal. O valor 288 é a gematria de Yibur, o nome do tipo de reencarnação pelo qual uma pessoa que realiza Toráh, seu estudo e o estudo do Zôhar sagrado, pode merecer ainda em vida, mas o valor continha outro segredo. O nome Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) que é o nome do nosso mestre conhecido como Maharal de Praga, possui gematria exatamente igual a 288.

"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa".

Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2

Verdadeiramente então, aquela centelha da Néfesh (alma) de um Tzadiq (justo) passa a ser o Rúach (espírito) ou a neshamá (alma divina) daquela pessoa que, em vida, realizou preceitos da Toráh semelhantes aos que o Tzadiq havia realizado durante sua vida em outra reencarnação. De fato, a pessoa terá uma sensação da alma daquele tzadiq e passará a ter experiências e manifestações divinas semelhantes às que ele teve durante sua vida, o que inclui lembranças.

O Sonho De Karla
Revelando A Centelha Do Maharal

Alguns dias se passaram depois que adquiri a arte que se tornaria a Capa do meu livro (vista acima) e, em 29 de fevereiro, uma amiga e aluna querida, Karla Roberta Carvalho, teve um sonho comigo, sonho durante o qual eu a ensinava a criar um Golem, o que consistiu em um grande mistério pois, o único que sabia criar um Golem era o Maharal. No sonho, as instruções especificas que minha centelha passou para Karla diziam que o Golem deveria pesar 101 quilos.

A anotação do sonho que Karla teve


Ao calcular a gematria de Golem (גולם) descobri que a gematria Avgad é exatamente 101. Nada é um acaso quando o Sagrado, abençoado seja Ele, deseja revelar um segredo aos seus cabalistas, pois a revelação vem repleta de evidências. Nos meses seguintes a tia de Karla faria um passeio turístico para Praga, capital da República Tcheca, a cidade do Maharal.

"Em gematria Avgad (אבגד)- cada letra é substituida pela sua próxima. Tav (ת) se torna Aleph (א), Aleph (א) se torna Beit (ב), Beit (ב) se torna Guimel (ג) e assim por diante." Assim, a gematria ordinal de Golem que é 79 em Avgad se torna 101.

Sonhando Com A Morávia

Em 2010, em setembro, eu havia sonhado que estava na Morávia. Fiquei muitos anos sem compreender o porque deste sonho até que, um dia, eu fui inspirado a calcular a gematria do nome Morávia, devidamente transliterado para o hebraico e que é Moraváh (מוראביה) e descobri que, a gematria Mispar Ne'elam (gematria oculta) era igual a 887 e que é exatamente a mesma de "yibur Maharal Mi-Prague (עיבור מהרל מפראג)" que se traduz "Reencarnação do Maharal de Praga".

“Rabbi Elazar ben Chisma disse: “… Astronomia e Gematria são sobremesas (parperaot) da sabedoria (תְּקוּפוֹת וְגִימַטְרִיאוֹת, פַּרְפְּרָאוֹת לַחָכְמָה:).” 

Pirkei Avot 3:23


Brincando De Fazer Golen's

Quando eu era menino, eu tinha um amiguinho chamado Levi com o qual realiza as minhas brincadeiras de menino e, entre estas brincadeiras a minha favorita era criar criaturas de barro modeladas com formas humanas. Esta memória ficou oculta durante mais de 40 anos até que, quando comecei a escrever o Maharal & O Golem de Praga ela emergiu milagrosamente. Hoje, me recordo até mesmo do último "Golemzinho" que criei usando argila de um certo barranco que havia no meu bairro. Este "golemzinho" e que foi o maior que eu havia criado, eu o costumava guardar na casa da minha avô materna que morava na mesma rua.

Nos dias subsequentes ao meu despertar em 27 de setembro de 2014, nos quais eu fui informado divinamente que minha nefesh (alma) é, na verdade, uma centelha, uma sensação, uma faísca da alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua memória, e em razão da qual eu recebi meu nome civil da minha mãe e que possui a mesma gematria de Chaim VItal (חיים ויטל) que é 123, num certo dia daqueles, e não por acaso, o dia 23 de outubro de 2016, aniversário de nascimento no calendário juliano do Rabino Chaim Vital, fui levado, pela luz da minha nefesh, a realizar um teste caseiro de glicemia o qual resultou, às 14h07m, no valor 123 mgdl e o qual eu chamei de "Assinatura da Alma" de acordo com o segredo "... a alma está no sangue...".


Inspirado novamente pela alma, resolvi calcular o número de minutos existente em "14h07m" e descobri que, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos completos. Abaixo do registro em gematria do valor da minha nefesh (123) estava a assinatura da minha neshamá, a gematria 887, a gematria de "Yibur Maharal Mi-Prague". A revelação me impactou e, em razão dela, eu escrevi para o inicio do livro: "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga."

A brincadeira de fazer "Golen's" era uma sensação da neshamá que eu receberia no futuro e esta, para se revelar, me inspiraria a escrever o Maharal e o Golem de Praga e, como uma das evidências, inspiraria um sonho em Karla para manifestar sua assinatura divina.

Há ainda outros mistérios, acontecidos antes desta experiência, no qual a alma manifestaria sua presença e entre estas a revelação do titulo Maharal codificado no Tehilim 139 que narra a criação do Golem. Este foi o primeiro segredo que a sensação do Maharal em mim revelou à minha consciência ainda não desperta naqueles dias de 2002.

גָּלְמִי, רָאוּ עֵינֶיךָ, וְעַל-סִפְרְךָ, כֻּלָּם יִכָּתֵבוּ: יָמִים יֻצָּרוּ; ולא (וְלוֹ) אֶחָד בָּהֶם. יז וְלִי--מַה-יָּקְרוּ רֵעֶיךָ אֵל; מֶה עָצְמוּ, רָאשֵׁיהֶם.

Codificado no Tehilim (Salmos) 139, onde se lê "Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! (Salmos 139:16,17)" a centelha do Maharal me revelou "Golem" e "Maharal" que no versículo original hebraico estão marcados em vermelho.

Eu comecei a escrever para o Livro no dia seguinte após ter comprado, por R$288,00, a arte para a Capa do livro, no dia 21 de fevereiro de 2016 usando um tablete que depois eu doaria para uma pessoa com necessidades especiais.

A Evidência Das Evidências

O sonho de Karla Roberta Carvalho​ no qual eu a ensinava a criar um Golem, foi na segunda-feira dia 29 de fevereiro de 2016 e que, naquele ano bissexto caiu em 20 de Adar I de 5776 (כ׳ בַּאֲדָר א׳ תשע״ו) e não poderia ter sido em outra data, porque a alma precisava escrever a evidência de sua presença e revelar a si mesma. Quatrocentos e trinta e seis anos antes, no mesmo dia 20 de Adar do ano 5340 (17 de março de 1580) também numa segunda-feira, o Maharal, abençoada seja sua memória, convocou seu genro, Rabi Yitschak ben Shimshon Ha'Kohen Katz e Rabi Yaakov ben Chayim Halevi Sasson, seus discípulos mais chegados e, com o auxílio deles, criou um "homem" a partir do barro do Rio Vlatava, perto de praga.

Conscientemente, eu nada sabia desta data, mas a alma, a centelha do Maharal, sua sensação em mim, a conhecia e por está razão e como evidência da sua presença, entrou no sonho de Karla no mesmo 20 de Adar, 436 anos depois, e mostrou a ela o que somente ele sabia, o segredo de como criar um Golem e ainda assinou a gematria hebraica Avgad de Golem.

Agora, eu conheço minhas reencarnações e a minha estrutura espiritual e está inclui a néfesh do Rabino Chaim Vital, o Rúach de Immanuel Velikovsky que era uma reencarnação, assim como Vital, do Rei Ezequias (Chizkyiahu) e a néfesh do Maharal como minha neshamá.

Ah! Eu ia me esquecendo! O valor mostrado no sonho para Karla, 101 é também a gematria da expressão "Ha'Sod Ha'Shem (הסוד יהוה)" cuja tradução é "Um Segredo De Ha'Shem."

Abençoado seja o Sagrado que faz com que os homens mereçam joias tão preciosas, mesmo que eles acreditem não terem mérito para presentes tão elevados. 

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi
Deepak Sankara Veda

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Presciência: Sonhos & Visões


"Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas (שְׁאַל-לְךָ אוֹת, מֵעִם יְהוָה אֱלֹהֶיךָ; הַעְמֵק שְׁאָלָה, אוֹ הַגְבֵּהַּ לְמָעְלָה)" -Isaías 7:11 "O rabino Elazar abriu a discussão com o versículo: "Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas - Yeshayah 7:11. Olhei para as gerações anteriores e as gerações posteriores. Qual é a diferença entre as gerações anteriores e as gerações posteriores? As gerações anteriores sabiam e perceberam a sabedoria suprema e sabiam permutar as letras sagradas, que foram dadas a Moisés no Sinai. Mesmo os ímpios entre Yisrael, conheciam as letras da sabedoria suprema, pois o profeta disse-lhe: Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas" - Isaías 7:11 E através das letras mais altas desenhadas a partir de Bináh (os céus), e letras inferiores manifestadas em malchut (o mundo físico). Portanto, aquele que conhece como permutar as letras divinas é aquele com o qual D'us fala e ele fala com D'us e D'us o ouve e lhe responde". 

Sêfer Ha'Zôhar


Preciência:- 
substantivo feminino 
conhecimento do futuro. 
previsão, pressentimento. 

Todos nós somos seres prescientes porque a presciência vem e é uma habilidade da alma. Existem ferramentas que podem abrir a presciência da alma, mas elas, como toda ferramenta são limitadas. A ferramenta mais pura e perfeita é o sonho, mas o sonho necessita de compreensão e não de interpretação. Uma outra excelente ferramenta é o Oráculo da Cabalá, mas, mesmo o Oráculo precisa do conhecimento das letras hebraicas e do domínio da mesma, ou, do contrário, o Oraculista produzirá falsas informações. A melhor ferramenta continua sendo mesmo os Sonhos. 

Foi e é costume dos cabalistas pedirem respostas em seus sonhos. Claro, não são todos que alcançam esta habilidade porque ela depende de níveis de alma que a pessoa mereceu e alcançou. Outro segredo está em obter informações divinas das almas que forma a Ór Maqif (Luz Circundante/Aura) ou das centelhas que formam a vestimenta da alma de uma pessoa. As vezes a informação divina vem através dos sonhos que, um dos companheiros ou dos alunos do mestre cabalista recebe. O segredo é devido a reencarnação, quando uma das centelhas que formam a Ór Maqif do mestre transmigra, por Yibur, para o corpo do aluno indo se agregar as centelhas que já estão ali na vestimenta da sua alma. 

Para esclarecer melhor, digamos que, uma das centelhas do mestre cabalista seja uma faísca do Rabino Akiva e sua transmigração temporária, por razões secretas e que somente o Sagrado, bendito seja Ele, conhece, para o discípulo inspirou o professor a chamar o discípulo pelo nome Akiva e este passa a ter sonhos que deverão ser comunicados ao mestre. 

Eu tive muitos alunos os quais eu nomeava por nomes de almas da Torah e dos sábios e muitos deles receberam nomes de centelhas que estavam na minha Ór Maqif ou das centelhas que formam a vestimenta da minha Ór Penimi (Luz Interna) e todos eles tiveram sonhos, os quais eu ainda tenho anotados, que foram recados divinos para mim e informações do que aconteceria no meu futuro e no futuro do mundo. Até mesmo a eleição de Barack Obama (quando este nem era conhecido) me foi informada através dos sonhos. Fica, então, estabelecido que os sonhos são umas das ferramentas mais abençoadas. Mas, claro, não vamos desprezar a meditação!

"Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas (שְׁאַל-לְךָ אוֹת, מֵעִם יְהוָה אֱלֹהֶיךָ; הַעְמֵק שְׁאָלָה, אוֹ הַגְבֵּהַּ לְמָעְלָה)" -Isaías 7:11 "O rabino Elazar abriu a discussão com o versículo: "Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas - Yeshayah 7:11. Olhei para as gerações anteriores e as gerações posteriores. Qual é a diferença entre as gerações anteriores e as gerações posteriores? As gerações anteriores sabiam e perceberam a sabedoria suprema e sabiam permutar as letras sagradas, que foram dadas a Moisés no Sinai. Mesmo os ímpios entre Yisrael, conheciam as letras da sabedoria suprema, pois o profeta disse-lhe: Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas" - Isaías 7:11 E através das letras mais altas desenhadas a partir de Bináh (os céus), e letras inferiores manifestadas em malchut (o mundo físico). Portanto, aquele que conhece como permutar as letras divinas é aquele com o qual D'us fala e ele fala com D'us e D'us o ouve e lhe responde". 


Sêfer Ha'Zôhar

Razá Ila'ah
Autor
Bën Mähren Qadësh

sexta-feira, 7 de junho de 2019

She'elat Chalom:- Uma Questão No Sonho


She'elat Chalom (Uma Questão No Sonho): Durante minha vida nesta reencarnação eu tive esta experiência maravilhosa e, mesmo não tendo ido dormir e feito, antes de fechar os olhos, uma pergunta ao Criador, minha alma parece ter O questionado e por diversas vezes o Criador me enviou um pergaminho vindo dos céus com a resposta escrita em hebraico. Foi o caso quando a centelha de Jonas foi despertada em mim através de um pergaminho todo escrito em hebraico com a pergunta "Eifo ha'navi ben Amittai (איפה המביא בן אמתי) - Onde está o profeta o filho de Amittai?". Em seguida a esta experiência eu comecei a receber revelação sobre Jonas e a Era Messiânica e sobre a identidade do Leviathan.

She'elat Chalom é um segredo cabalistico no qual o Mequbal (Cabalista) faz uma pergunta ao Criador para receber a resposta em sonhos. O Maharal, de abençoada lembrança, recebeu as instruções, o segredo e o Nomes Divinos que deviam ser permutados para criar o seu Golem através de She'elat Chalom.

Em uma segunda vez sobre a questão de Jonas, eu sonhei que estava na casa de um ex-talmid cujo pai se chamava Jonas e lá, uma máquina de escrever antiga que estava sobre uma mesa começava a escrever sozinha e quando eu ia verificar, ela havia escreito "18 de Janeiro" e no momento que eu vi a data eu soube, no sonho, que era um segredo sobre reencarnação e, quando calculei a gimatria de "18 de janeiro (יח ב-יאנואר)" descobri o valor 288 que é o segredo da palavra Yibur que é um dos tipos de reencarnação mencionados secretamente na Toráh de Ha'Shem. Além disso, 288 é também a gematria de "judá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל)" que é o nome do nosso mestre, o Maharal de Praga, o criador do Golem.

Ontém, enquanto eu estava estudando, os céus se abriram e a identidade de um certo Tzadiq Nistar (mestre ascenso que mora no Jardim do Éden) que havia me visitado em um sonho em Lag Ba'Ômer de 5763 (2003) e me revelado um segredo do Portal das Reencarnações, me foi revelada. Em me lembro, durante o sonho, da bengala que ele estava carregando. Era o próprio Maharal que viera no meu sonho e, mais uma vez veio por She'elat Chalom. Abençoado seja o Criador dos céus que nos permitiu ter estas experiências maravilhosas. 

Compre aqui o livro 'Duna'

Autor
Bën Mähren Qadësh
Deepak Sankara Veda​

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Kardec: O Engano


ADVERTÊNCIA

"ESTE ARTIGO NÃO É CONTRA A REENCARNAÇÃO! ELE APENAS EXPÕE SOBRE OS ENSINAMENTOS LIMITADOS E ENGANOSOS DO ESPIRITISMO"

Inúmeras pessoas sempre me questionam sobre minha opinião sobre o Espiritismo e sempre me contenho a responder prevendo, antecipadamente, as reações iradas apaixonadas devido ao dogma cego da qual são escravos a maioria dos crentes sem o verdadeiro conhecimento. Me contenho a responder também devido aos ataques que certamente vou sofrer por estes mesmos apaixonados dogmatizados.

"O surgimento do Espiritismo e sua organização como um dogma religioso, deu abertura para todo tipo e sorte de enganos e mentiras, como as "canalizações" na quais pessoas baixam suas cabeças e quando as levantam, abrem os lábios proclamando, falsa e enganosamente, "eu sou Metatron..."

הרמי"ה

Uma vez, uma ex-aluna, que questionou sobre minha opinião sobre Xico Xavier à qual me limitei a responder que Xico foi alguém enganado por inúmeros espíritos e dibuckim (almas amaldiçoadas devido ao pecado que cometeram contra a Torá) e que, como consequência, enganou milhares. Bastou para ela me "detonar" afirmando que Xico era uma boa pessoa, que fez o bem toda sua vida. A verdade foi que jamais afirmei que Xico não foi uma boa pessoa, se é que sabemos o que é realmente ser bom. Muitas vezes podemos ser apaixonados na defesa de um dogma religioso o qual professamos como bom mas, estarmos completamente enganados.

"A verdade está e é a Torá porque a Torá é chamada Emët (verdade) e não há outro escrito no qual a verdade possa ser descoberta."

הרמי"ה

Chico Xavier foi uma pessoa que dogmatizou pessoas permitindo que elas se apegassem ao dogma da necessidade de falar com os mortos, porque elas não tem paz e estão cheias de remorsos e precisam saber se seus mortos estão bem, e não para obterem sabedoria ou alcançar uma consciência elevada mas, apenas uma tentativa ilusória de acalmar os próprios pesares.

Aqui vai uma verdade que você talvez não conheça: Não existe o "Descanse em Paz (R.I.P em inglês). Imediatamente após a morte, a alma e o corpo da pessoa é submetida primeiro ao Chibut Ha'Qever e, depois, dependendo do mérito da alma, é dada para ela uma nova reencarnação ou ela é devolvida ao poço das almas devido aos pecados que cometeu em vida.

"Depois que uma pessoa morre e é enterrada no pó da terra, quatro anjos imediatamente chegam e aprofundam sua sepultura até a altura do homem, como diz o tratado Perek Chibut Hakever. Em seguida, eles restauram sua alma ao corpo, assim como durante sua vida, já que a Qlipá (casca negativa do mal) permanece conectada a ambos  (corpo e alma). Então esses anjos o pegam pelos cantos e o sacodem e o espancam com fogo (pulsa d'nurá)... - assim como uma vestimenta é segurada pelas pontas e sacudida para remover a poeira - até que a Qlipá o deixe completamente. Isso é chamado chibut ha'qever (espancamento no túmulo), que é como bater e sacudir uma roupa. Eles aprofundam a sepultura para criar uma área dentro da qual possam sacudi-lo e espancá-lo."

Portal Das Reencarnações

Kardec
O Código


Quando resolvi finalmente investigar os Códigos da Torá, descobri Kardec codificado com um mínimo de SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) de 28 letras por linha, ou seja , "K (+28) R (+28) D (+28) C (+28)." Lembrando que o hebraico não possui vogais que são representadas por pequenos pontos acima e abaixo das consoantes. Quando abri o Código logo notei que dentro de Kardec (קרדק) estava escrito "Ish Sheker (איש שקר)" o que vou traduzir, usando eufemismo aqui, como "Homem do engano (na verdade, a tradução seria mais forte). Cruzando Kardec está codificado "ad mét (עד מת)" que se traduz "até a morte" indicando que Kardec foi enganado e permaneceu enganado até a morte. Além disso, este código "ad mét" também pode ser traduzido como "até morto", indicando que mesmo morto ele permaneceu enganado e enganando o mundo, o que faz muito sentido em outro código que descobri com a mesma palavra-chave "Kardec".


Neste outro Código, Kardec surge e conectado a ele usando a mesma letra "Quf (ק)" de "Kardec" está o termo "Sheker (שקר)" cujo significado é "mentira/engano". Logo abaixo de Kardec surge escrito "Ele retornará da morte" e onde esta afirmação termina está "um espírito de engano na boca de todos os seus profetas (לְרוּחַ שֶׁקֶר, בְּפִי, כָּל-נְבִיאָיו)" e este é parte do passuq (versículo) do Tana'k (Escrituras Hebraicas) 21 do capítulo 18 de Devarei Ha'Iamim (2º Crônicas).

CHICO XAVIER E A FALSA APARIÇÃO


A foto acima foi capturada em 1964, e o homem sorridente de óculos escuros é o próprio Chico Xavier. A pessoa coberta pelo lençol branco é a médium Otília Diogo, ou, como os espíritas acreditam, a “materialização” do espírito da irmã Josefa no ectoplasma. Graças à mediunidade de Otília Diogo, é claro. Outras fotos claramente mostram a médium atrás do véu e, de fato, o véu tinha uma parte retangular semitransparente para permitir que Diogo pudesse enxergar. A suposta materialização ectoplásmica pode ser tocada e também segurar uma Bíblia pesada. Isso é realmente muito material. E até mesmo os crentes notaram como a médium, Diogo, possuía uma notável semelhança com a face do espírito. E, no entanto, acreditaram. Eles ainda acreditam nisso. Xavier estava lá e afirmou enfaticamente que a materialização era real e autêntica. Contudo, o caso logo se tornou uma grande confusão.

Fonte

O Zôhar & O Portal Das Reencarnações

Para o Espiritismo a reencarnação se dá unicamente depois da morte o que sequer se aproxima da verdade. Há muitos tipos de reencarnação e que somente pode ser descobertas com o Estudo do Zôhar Sagrado que emergiu cerca de 1800 anos antes do Espiritismo e no Sha'ar Ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) do Arizal e que foi codificado pelo seu amado discípulo Chaim Vital e que foi publicado em 1573. O Espiritismo surgiu em cerca de 1848, mais de 270 anos depois do Portal das Reencarnações ter sido publicado.

Conclusão

Afirmo no que acredito: Que Kardec não teve intensão de enganar as pessoas, mas, como vítima do próprio engano, devido ao demérito da sua alma, acabou por o espalhar por todo o mundo. Podemos ver exemplos recentes deste monstruoso engano, como o caso do João de deus (com minúsculo mesmo) e muitos outros líderes espíritas que professam o mesmo dogma. Ademais, Kardec está codificado na Torá e eu apenas descobri o Código. A Torá é a Verdade! Chico Xavier também foi um enganado que consequentemente enganou a muitos.

A reencarnação é verdadeira! Ela existe desde o princípio quando o corpo espiritual adâmico foi fragmentado e suas centelhas caíram no poço das almas de Adam Belial, mas a verdade sobre a reencarnação só pode ser descoberta na Torá, no Zôhar e no Portal das Reencarnações.


נַפְשִׁי יְשׁוֹבֵב
NAFSHÍ IOSHEVAV
"Fará minha alma retornar"
Salmos 23
(tradução verdadeira)

Quer saber o que verdadeiramente acontece com a alma depois da morte física, tanto daqueles que estudam Torá como daqueles que relaxaram em seu estudo e pratica durante a vida? Acesse o link abaixo:


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Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi

O Artesão Da Luz